Aconteceu em Olímpia/SP o encontro dos vocacionados admitidos para o Aspirantado 2021

Neste último final de semana (20 a 22/11), aconteceu em nosso Convento São Boaventura de Olímpia/SP, o encontro dos vocacionados admitidos para adentrarem a nossa Custódia no próximo ano, no Aspirantado 2021.

São 5 jovens vocacionados que foram admitidos ao processo formativo. O intuito do encontro é proporcionar uma convivência mais intensa da rotina futura do aspirantado, bem como passar todos os detalhes e informações jurídicas para tal ingresso.

       

São eles:

  • Ariel – Ribeirão Preto/SP
  • Daniel – Mirassol D’Oeste/MT
  • Felipe – Guaratnguetá/SP
  • Vinícius Fabreau – Taboão da Serra/SP
  • Oiris – Pompéia/SP

Rezemos por cada um destes jovens, para que possam com a abertura de coração e a coragem do “sim”, serem perseverantes neste santo propósito. Que Deus os abençoe!

Fraternalmente,

Equipe de Comunicação

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo: “A humilde realeza de Jesus Cristo que contrasta com as realezas deste mundo!”

Com este texto o Evangelista Mateus encerra o ensinamento de Jesus iniciado no capítulo 5. Todo ensinamento de Jesus gira em torno da vida eterna, quer dizer uma vida que não é apenas futuro, mas também presente. Por isso Jesus conta a parábola do Filho do Homem, o rei que, sentado em seu trono, julga os que foram solidários, deram vida, e os que se omitiram e foram indiferentes diante das ameaças à vida.

No último Domingo do Tempo Comum celebramos a humilde realeza de Jesus Cristo, que contrasta com as realezas deste mundo por colocar-se a serviço da vida e não na busca de domínio e de poder temporal. Jesus é um rei que serve o seu povo. O serviço aos irmãos levado ao extremo até a morte de cruz foi sua missão. Contudo, não ficou morto, mas venceu até o último inimigo que é a morte como vemos na 2ª leitura da primeira carta de São Paulo aos Coríntios. Ele ressuscitou para que todos os filhos e filhas do Pai ressuscitassem com Ele.

A primeira leitura revela que Deus é como o pastor que cuida bem de suas ovelhas, vai atrás daquelas sumidas, daquelas doentes, das mais frágeis, sem descuidar das mais fortes. A imagem é bonita de um compromisso que Deus tem para com o seu povo.

Jesus é o Bom Pastor que dá a vida por suas ovelhas. E a vida é o que Ele tem de mais precioso. No entanto, Ele não volta atrás diante das ameaças, pois é um rei bem diferente dos reis deste mundo. Os povos que se organizam em nações constituem os seus reis que, normalmente são poderosos e desfrutam de poder e riquezas quase sempre ilícitas e injustas. São reis que oprimem o povo e desrespeitam a vida.

O ensinamento de Jesus, porém, indica aos cristãos a necessidade de empenhar-se como Ele se empenhou pelos irmãos mais pequeninos, quer dizer os sofredores. No Evangelho ela fala dos que passam fome, sede, dos migrantes, dos sem agasalho, dos doentes, dos presos por dívidas ou escravizados. Na prática são os que mais tem a vida ameaçada por falta de alimento, de água, de agasalho, de segurança, de remédios, de recursos para sobreviver e, normalmente são os mais explorados por outros com mais recursos. Então são como as ovelhas mais frágeis de um rebanho que mais precisam de cuidados.

Jesus ressuscitado transmite aos cristãos a missão de cuidar para que todos estes mais frágeis tenham vida. Este ensinamento não foi apenas para os ouvintes de Jesus, mas ecoa para todos os seus seguidores que não podem ficar indiferentes enquanto Jesus mesmo sofre nos mais sofredores, doentes, marginalizados, discriminados e perseguidos. É preciso colocar-se a serviço da vida transitória para participar da vida eterna que começa aqui. Este é o único critério para todas as nações, sem falar de religiões, para o julgamento final.

Frei Valmir Ramos, OFM

33º Domingo do Tempo Comum: “Ser sóbrios na fé significa não permitir que a verdade do Evangelho seja ofuscada!”

 

A parábola do Evangelho está no contexto do anúncio da realização plena do Reino de Deus com a vinda gloriosa de Jesus. Reflete o momento em que a comunidade cristã esperava a segunda vinda de Jesus, a chamada “parusia”. Como sabemos, a parábola é um recurso para transmitir um ensinamento. Jesus usa termos conhecidos, porém o significado vai muito além do que parecia.

A ausência física daquele homem que viajou pode ser entendida como a ausência física de Jesus mesmo que permanece sempre com seus discípulos de outro modo. Os discípulos são convidados a “não dormir” mas serem “sóbrios” porque chegará o “dia do Senhor”, como vemos o alerta à comunidade de Tessalônica na 2ª leitura. Isto significa vivenciar a fé ativamente, mesmo dormindo as horas necessárias para o descanso cotidiano. Ser sóbrio na fé significa não permitir que a verdade do Evangelho seja ofuscada por doutrinas ou ideologias.

O talento era uma moeda de grande valor e é usado no Evangelho para indicar os “dons” recebidos de Deus. Na parábola os “servos” indicam os cristãos que devem fazer o Reino de Deus frutificar. Por isso, a “administração” significa ter uma participação ativa na construção do Reino de Deus. Isto é cobrado de cada seguidor de Jesus. Aquele “servo” que enterrou o talento agiu como se a fé fosse algo a ser guardada num cofre e reservada para si de modo egoísta. Jesus então ensina que a fé é vida que se manifesta nas ações concretas de amor para com os outros. Isto é multiplicar os dons.

Na 1ª leitura temos o louvor à mulher que, além de trabalhar, “estende a mão ao pobre e ajuda o indigente”, “que teme a Deus”. Esta mulher é aquela que multiplica os talentos. Aí o livro da Sabedoria, escrito numa sociedade machista, reconhece a grande dignidade da mulher os olhos de Deus.

Hoje todos nós cristãos somos chamados a vivenciar nossa fé de modo que o Evangelho continue brilhando no mundo: “vocês são filhos da luz, filhos do dia” diz São Paulo na 2ª leitura. De fato, o amor verdadeiro vivenciado em as ações concretas e corajosas dos cristãos mostram a presença viva de Jesus no mundo. Além disso revela a verdade sobre Deus que é Amor e não castigo e severidade de quem os filhos e filhas devem ter medo.

Frei Valmir Ramos, OFM

Frei José Aécio é ordenado presbítero em Capinópolis/MG

Na noite desta sexta-feira (13), com muita alegria e júbilo, a paróquia São Pedro e São Paulo de Capinópolis/MG acolheu os franciscanos de nossa Custódia, para a Ordenação Presbiteral de Frei José Aécio de Oliveira de Filho, OFM.

A ordenação foi presidida pelo Dom Frei Irineu Andreassa, OFM, bispo diocesano de Ituiutaba/MG, diocese da qual Capinópolis/MG faz parte. Mesmo com a pandemia e com os devidos cuidados, a celebração contou com a participação dos fiéis leigos das variadas cidades da qual temos presença franciscana, bem como dos fieis leigos da paróquia que nos acolhe.

   

Suplicamos as bençãos de Deus sobre o Frei José Aécio, para que o mesmo seja frutuoso em seu ministério, vivendo e exercendo sempre com amor, a missão a ele confiada.

Fraternalmente,

Equipe de Comunicação

 

Frei Lucas Lisi: “A vocação do sacerdote é amar! Ame, ame e ame sempre!”

Nesta noite (12), último dia do tríduo em preparação para a Ordenação Presbiteral de Frei Jose Aécio, recebemos o confrade Frei Lucas Lisi, OFM, pároco da Paróquia Nossa Aparecida de Olímpia/SP. Frei Aécio reside nesta fraternidade.

A celebração contou com a presença dos frades, postulantes, aspirantes, vocacionados, todo o povo de Capinópolis/MG, bem como alguns leigos que já estavam chegando para a Ordenação, de forma especial, alguns membros da Família Franciscana (OFS e JUFRA).

A temática do dia foi: “Vocação ao Sacerdócio”, onde vários aspectos da vida sacerdotal foram ressaltados. Um destes aspectos Frei Lucas reforçou: “Frei Aécio, lembre-se que a vocação do padre, nada mais é do que amar, amar e amar. Ame, ame mais um pouco e se preciso for, ame mais!”.

Que nosso Seráfico Pai abençoe este seu filho, Frei José Aécio, no sagrado ministério que amanhã abraçará!

Fraternalmente, 

Frei Alef Henrique Pavini, OFM

Frei Luís Fernando: “Lembre-se de sempre viver a profunda experiência de entrega ao Cristo pobre e crucificado!”

Na noite de ontem, continuou o 2º dia do Tríduo preparatório em vista da Ordenação Presbiteral de Frei José Aécio de Oliveira Filho, OFM com o tema: Vocação à Vida Religiosa Consagrada.

A missa foi presidida por Frei Luís Fernando Nunes Leite, OFM, que destacou a importância da consagração religiosa e da entrega incondicional a serviço da Igreja, dando ênfase na importância da vocação presbiteral como dom de Deus que escolhe, chama e envia para missão.

Na mesma ocasião, Frei Luís fez menção da figura de Maria Santíssima, Rainha dos Frades Menores, estrela da Nova Evangelização, modelo de disponibilidade e entrega aos projetos de Deus para a caminhada de fé e devoção.

Por fim, a celebração eucarística deste dia convidou Frei José Aécio, ordenando, que se voltasse para si mesmo e refletisse o sentido primeiro de seu chamado e de sua escolha como Frade Menor Franciscano, expressando publicamente sua consagração como religioso na presença de Frei Luís Fernando, Delegado Custodial, e de todo o povo de Deus reunido.

Assim, Frei José Aécio reiterou a vivência profunda do seguimento ao Cristo, Pobre e Crucificado ao modo de São Francisco de Assis, em Pobreza, Castidade e Obediência.

Fraternalmente,

Vinícius Alves (Postulante)

Os franciscanos chegam em Capinópolis/MG para Tríduo e Ordenação Presbiteral de Frei José Aécio, OFM

Teve início ontem na cidade de Capinópolis-MG o tríduo festivo em preparação para ordenação presbiteral do diácono Frei José Aécio de Oliveira Filho, OFM.

Presidiu a celebração eucarística o Frei Ezimar Alves Pereira, OFM, Vigário Custodial. A temática refletida na primeira noite do tríduo foi a Vocação Batismal, nesta mesma celebração o Frei Aécio fez a sua profissão pública da Fé Católica, como exige o Rito para ordenação presbiteral.

Ao fim da celebração, o pároco desta paróquia de Capinópolis, Padre Edivan Barbosa, acolheu a todos os frades, formandos e visitante presentes na cidade em vista da ordenação e o frei Aécio agradeceu a acolhida do pároco e o empenho do mesmo e de toda comunidade paroquial pelo preparo cuidadoso com este momento celebrativo tão importante da sua vida.

Fraternalmente,

Jarder Rodrigues Leite (Aspirante)

Clarissas de Marília/SP elegem seu novo conselho

“Manifestem umas as outras, com confiança, as suas necessidades.” (Nossa Mãe Santa Clara)

Neste sentimento de pertença, responsabilidade e confiança mútuas, seguimos nossas eleições para o novo Conselho de nosso Mosteiro, interrompida no último mês de junho, onde nossa Madre Francis Maris, foi reeleita para mais um triênio como Abadessa e mãe de nossa comunidade. Sendo a terceira eleição consecutiva, foi necessária uma postulação à Santa Sé para esta confirmação.

Após recebermos a resposta afirmativa, marcamos a continuação das eleições para o dia 7 de novembro, tendo a presença de nosso Custódio, Frei Fernando, OFM e de nosso Capelão, Frei Joaquim, OFM. Faltava a escolha das conselheiras, ou discretório, previstas três irmãs: primeira Conselheira, que é a Vigária, e mais duas, de acordo com o número de Irmãs de Profissão Solene deste nosso Mosteiro Maria Imaculada, a qual contamos com 11 Irmãs, além das 4 formandas.

Com a invocação do Divino Espírito Santo, cantando o “Veni Creator”, iniciamos as eleições com a escolha da primeira Conselheira (Vigária) e as outras duas discretas, para o próximo triênio, junto com nossa Abadessa reeleita.

Foram escolhidas as seguintes Irmãs:

Abadessa: Madre Francis Maris da Imaculada, OSC

1ª Conselheira (Vigária): Irmã Marlene Inácia de Jesus Hóstia, OSC (Madre Fundadora)

2ª Conselheira: Irmã Clara de Santa Maria dos Anjos, OSC

3ª Conselheira: Irmã Maria Micaela do Coração Misericordioso de Jesus, OSC

Com a graça do Bom Deus, confiando em seu Amor e Misericórdia, todas recebemos a absolvição geral e a bênção da obediência ao novo Conselho.

Pedimos vossas orações, por intercessão da Rainha de Nossa Ordem Seráfica, Maria Santíssima, para que nossa comunidade cresça em número e santidade, cumprindo com fidelidade e generosidade nossa missão de Intercessoras e Orantes Oficiais da Igreja, a exemplo dos nossos pais Francisco e Clara, em pobreza, com alegria e em fraternidade!

Com gratidão e orações, suas Irmãs Clarissas do Mosteiro Maria Imaculada!

Ir. Clara de Santa Maria dos Anjos, OSC

32º Domingo do Tempo Comum: “O pedido de Jesus é que toda a comunidade esteja vigilante!”

 

No ensinamento de Jesus através da parábola vemos a utilização simples do costume daquele povo na época: na noite antes do casamento o noivo ia até a casa da família da noiva com seus amigos “padrinhos”. Lá era recebido pela noiva com suas damas “madrinhas”. O evangelista escreve a partir do contexto da Igreja primitiva que esperava a secunda vinda de Jesus glorioso. Então os que tinham sido fiéis à sua Palavra entrariam com Ele no Reino, aqui simbolizado pelas “núpcias eternas”. Como podemos ver, na parábola não aparece a noiva, que pode ser entendida de imediato como a própria comunidade eclesial. Na 2ª leitura vemos a carta endereçada à comunidade de Tessalônica que reaviva a esperança na ressurreição, que no Evangelho é simbolizada pelas núpcias do banquete eterno.

O pedido de Jesus é que toda a comunidade esteja vigilante. Significa pedir que esteja vivenciando na prática o ser cristão e não apenas dizer-se cristão. Podemos então entender que as virgens prudentes são semelhantes àquele homem prudente, sábio, sensato, que construiu a sua casa sobre a rocha, como diz Jesus em Mt 7,24: “quem ouve estas minhas palavras e as pões em prática é como o homem sensato”. Significa alguém que usa a sabedoria que vem de Deus, que é o próprio Deus, como vemos na 1ª leitura, para viver com Ele e agir de acordo com a sua vontade.

As virgens prudentes são pessoas que pensam em Jesus dia e noite e querem participar de sua vida mantendo-se unidas a Ele. Isto significa manter acesa a luz de sua Palavra e ter atitude que condiz com o nome de cristão. Ter o nome e agir de modo contrário ao Evangelho é arriscar ouvir uma resposta dura: “na verdade eu não vos conheço”.

Para a nossa comunidade cristã de hoje, o Evangelho faz o apelo para não descuidar da “luz do mundo” que ilumina o caminho da humanidade na direção da vida, da paz, da harmonia entre as pessoas e entre as nações. Ao mesmo tempo interpela os cristãos a uma atitude coerente com o Evangelho agindo em prol dos sofredores nos quais Jesus continua sofrendo a sua paixão. Tudo isso significa manter-se unidos a Jesus, esposo da Igreja, amigo dos pobres, marginalizados e sofredores, para ser reconhecidos por Ele nas núpcias do banquete eterno.

Frei Valmir Ramos, OFM

Em novembro, Papa pede que avanços da inteligência artificial sejam “humanos”

“A inteligência artificial está na raiz da mudança de época que estamos vivendo. A robótica pode tornar possível um mundo melhor se estiver unida ao bem comum. Porque se o progresso tecnológico aumenta as desigualdades, não é um progresso real. Os avanços futuros devem estar orientados para o respeito pela dignidade da pessoa e da Criação. Rezemos para que o progresso da robótica e da inteligência artificial esteja sempre a serviço do ser humano… podemos dizer, que ‘seja humano’.”

No vídeo de intenção de oração para o mês de novembro, o Papa Francisco reforça a necessidade de que os avanços tecnológicos sejam orientados pelo bem comum de todos. Na mensagem, o Pontífice traz a preocupação de que a robótica e a inteligência artificial possam aumentar as desigualdades, interrompendo um “progresso real” da humanidade. Assim, confia a toda Igreja Católica por meio da Rede Mundial de Oração do Papa, orações para que, em meio à mudança histórica pela qual vivemos, o progresso tecnológico esteja sempre “a serviço do ser humano”, respeitando a sua dignidade e zelando pela Criação.

Entendendo a Inteligência Artificial

Não é novidade que, nos últimos anos, a Inteligência Artificial (IA) avançou de forma exponencial em diferentes áreas do conhecimento. Em sua essência, ela permite que sistemas simulem uma inteligência similar à humana, que tomam decisões de forma independente em base a uma infinidade de dados digitais. Atualmente, 37% das organizações no mundo implementaram as chamadas “máquinas inteligentes” de alguma forma, um aumento de 270% nos últimos 4 anos. A inteligência artificial, assim, faz parte de uma nova onda que os economistas chamam de quarta revolução industrial, marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas.

As tecnologias pelo bem comum

O Papa Francisco esclarece que esse avanço, como o da robótica, “pode ​​tornar possível um mundo melhor se estiver vinculado ao bem comum”, porque a inteligência artificial é capaz de resolver muitas questões que têm o ser humano como centro, como por exemplo: avaliar a capacidade de aprendizagem dos alunos para detectar oportunidades de melhoria; ajudar pessoas com deficiência visual ou auditiva a desenvolver melhores ferramentas de comunicação (como conversão de texto em fala ou tradução de fala em texto); ou ainda agilizar a coleta, o processamento e a disseminação de dados e informações de saúde para melhorar o diagnóstico e o tratamento dos pacientes, especialmente aqueles que vivem em áreas remotas.

O mesmo acontece no campo da ecologia. Graças à inteligência artificial é possível analisar dados sobre as mudanças climáticas e desenvolver modelos que podem ajudar a prever desastres naturais. Também serve para criar cidades inteligentes e sustentáveis, reduzindo gastos urbanos, melhorando a resiliência das estradas e aumentando a eficiência energética, por exemplo. No Vídeo do Papa, que ganhou apoio do Instituto Italiano de Tecnologia e da empresa multinacional de energia, a ENEL, as imagens mostram possibilidades de usar o progresso para o bem comum.

A serviço do ser humano

O engenheiro Francesco Starace, CEO da Enel, comenta que, “como o Papa Francisco reafirma, é nossa tarefa garantir que os benefícios resultantes sejam distribuídos de forma equitativa e gerem oportunidades e bem-estar. Para nortear positivamente nossas ações e escolhas em relação ao presente e ao futuro, é necessário colocar o respeito às pessoas e ao meio ambiente em primeiro lugar, adotando uma visão baseada na sustentabilidade”.

Já o Pe. Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, observa que “esta intenção de oração reforça a ideia de que o benefício que a humanidade obteve (e continuará a obter) com o progresso tecnológico deve sempre contemplar também um ‘desenvolvimento adequado de responsabilidades e valores’. Assim afirmava o Papa nas encíclicas Laudato si’ e, agora, na Fratelli tutti: ‘Como seria bom se, ao aumento das inovações científicas e tecnológicas, correspondessem também uma equidade e uma inclusão social cada vez maiores!’”, disse o diretor, que finalizou: “Sabemos que a inteligência artificial, a robótica e outras tecnologias abrem grandes desafios para a ética e a justiça social. É por isso que o mais recente pedido do Papa é importante: rezar para que o progresso seja sempre humano.”

Fonte: Vatican News