Chega ao término, o “Tríduo Vocacional” em preparação para a Ordenação Diaconal de Frei Alef Pavini, OFM

Na noite de quinta-feira, dia 22 de Julho, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Marília/SP, aconteceu a celebração do 3º dia do Tríduo Vocacional em preparação à Ordenação Diaconal do Frei Alef, OFM, da Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus.

Na ocasião, Frei João Boga, OFM da Fraternidade de Uberaba/MG foi convidado à presidir a celebração eucarística. Junto com ele concelebrou o Frei Joaquim Camilo, OFM e ainda outros confrades

A noite teve como tema: “Vocação Ministerial, proclamar com amor o Senhor ressuscitado”. A homilia foi feita pelo frei Joaquim, OFM discorrendo sobre a temática do Diaconato como serviço de entrega total ao evangelho, dentre os exemplos que trouxe, vale destacar o de Maria Madalena, na celebração de sua memória, aquela que acompanhou de perto o ministério de Jesus até aos pés da cruz, sendo a primeira testemunha da ressureição. Aquela que dando o firme testemunho de fé: “EU VI JESUS!” nos ensina a também dar esse vivo testemunho.

Agradeçamos a Deus por este último dia do tríduo, pela graça da partilha, comunhão e oração, e roguemos a Deus, por intercessão de nossa beatíssima mãe Maria Santíssima e nosso pai Seráfico São Francisco de Assis, que abençoe e conduza os passos deste nosso irmão, Frei Alef, que de forma generosa e alegre se prepara para entregar sua vida ao Serviço do Evangelho pelo Ministério do Diaconato.

PAZ e BEM!

José Carlos (Postulante)

Frei Manoel, OFM: “Cultive a espiritualidade e a constante busca de reinventar-se na medida em que vão surgindo os desafios, neste seguimento de Cristo!”

Na noite de quarta-feira, dia 21 de Julho, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Marília/SP, aconteceu a celebração do 2º dia do Tríduo Vocacional em preparação à Ordenação Diaconal do Frei Alef, OFM, da Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus.

Na ocasião, Frei Manoel Barbosa, OFM da Fraternidade de Araguari/MG foi convidado à presidir a celebração eucarística. Veio com ele o Diácono Lúcio, que desempenha seu ministério ordenado na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Araguari/MG.

A noite teve como tema: “Vocação Religiosa – com alegria semear o amor”, e de forma dinâmica e simples, Frei Manoel ajudou-nos a refletir sobre as alegrias e os desafios da vida consagrada, desde os primeiros anos da formação, bem como o longo tempo de preparação, oração e discernimento que envolve o processo formativo do vocacionado à vida consagrada, e ressaltou também a importância do cultivo da espiritualidade, da oração e da constante busca de reinventar-se na medida em que os desafios do seguimento à Cristo vão surgindo ao longo do caminho.

Agradeçamos a Deus por estes dias de festa, comunhão e oração, e rogamos a Deus, por intercessão de Maria Santíssima e São Francisco de Assis, que abençoe e conduza os passos deste nosso irmão, Frei Alef, que de forma generosa e alegre se prepara para entregar sua vida ao Serviço do Evangelho pelo Ministério do Diaconato.

PAZ e BEM!

Daniel Barreto (Aspirante)

Franciscanos iniciam o Tríduo Vocacional em preparação para a Ordenação Diaconal de Frei Alef Pavini, OFM

No dia 20 de julho de 2021 , aconteceu na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, na cidade de Marília/SP, a primeira noite do tríduo em preparação para Ordenação Diaconal do Frei Alef Henrique Pavini, OFM, da Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus.

A celebração foi presidida pelo Frei Nivaldo Pasqualim OFM, pároco da paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em Bebedouro/SP. Neste primeiro dia do tríduo refletiu-se sobre o tema: “Vocação Batismal – primeiro compromisso de amar e cumprir a vontade do Pai.” Na sua homilia Frei Nivaldo ressaltou sobre a importância do Batismo para a igreja, sendo o primeiro sacramento da nossa fé, o primeiro chamado a vida cristã e a santidade.

Estiveram presentes alguns frades da Custódia, aspirantes, postulantes, e uma representação das nossas paróquias em Marilia, Garça, Bebedouro e Ribeirão Preto.  Com grande entusiasmo, participamos da alegria do Frei Alef, que se prepara para receber o primeiro grau do sacramento da ordem.

Unamo-nos em espírito de fraternidade e oração para este momento tão especial, pedindo a intercessão de São Francisco e da Virgem Maria, para que ele possa viver de modo fecundo o seu ministério, no anuncio da palavra e o serviço da caridade.

PAZ e BEM!

Jarder Rodrigues (Postulante) / Ariel Altman (Aspirante)

“Vocação: Graça e Missão” é o tema do 3º Ano Vocacional do Brasil, que acontecerá em 2023

Em abril deste ano, por unanimidade, a 58ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovou a realização do terceiro Ano Vocacional da Igreja no Brasil em 2023, que deverá ser celebrado de 20 de novembro de 2022 a 26 de novembro de 2023. A iniciativa comemora os 40 anos do primeiro ano temático dedicado à reflexão, oração e promoção das vocações no país. A proposta foi apresentada pela Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB.

À época, o bispo de Tubarão (SC) e presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados, dom João Francisco Salm, disse que o Ano Vocacional de 2023 dará continuidade a um processo iniciado em 1983, quando foi celebrado o primeiro ano vocacional do Brasil. Naquela oportunidade, a iniciativa “favoreceu e ampliou o reconhecimento de que toda a comunidade cristã é responsável pela animação, cultivo e formações das vocações”. O bispo também elencou vários frutos que surgiram como a dinamização dos Serviços de Animação Vocacional e da Pastoral Vocacional e a produção de subsídios.

Após a aprovação, a Comissão Central do Ano Vocacional recebeu várias sugestões de temas para o Ano Vocacional. As sugestões, segundo o assessor da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, padre João Cândido Neto, manifestaram um anseio muito forte de uma Igreja mais unida (sinodal), mais missionária, mais diaconal e mais próxima das pessoas.

Nas reflexões feitas em algumas dessas reuniões, um outro ponto muito claro, segundo o padre João Cândido Neto, é que o Ano Vocacional deve tratar da vocação no seu sentido mais profundo e mais amplo (abrangente), pessoal e comunitário.

“Deve promover com muita clareza a identidade das mais diversas vocações específicas na Igreja (somos um povo de vocacionados e vocacionadas).  Deve, ao mesmo tempo, superar tanto uma visão reducionista (excludente, de privilégio e clericalista) de vocação, como uma generalização descorada que não impacta o indivíduo a quem, na verdade, “Deus chama pelo nome”. Vocação pessoal e Igreja (como comunidade de vocacionados e vocacionadas) são inseparáveis”, disse.

Inspirado no Documento Final do Sínodo dos Bispos sobre Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” e considerando as sugestões e reflexões nas várias reuniões, a Comissão escolheu e divulgou nesta terça-feira, 13 de julho, como tema do Ano Vocacional 2023 “Vocação: Graça e Missão” e o lema “Corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24, 32-33). 

A escolha do tema e lema

O tema “Vocação: Graça e Missão” se fundamenta na afirmação de que “a vocação aparece realmente como um dom de graça e de aliança, como o mais belo e precioso segredo de nossa liberdade”, conforme o Documento Final de nº 78.

Já o texto bíblico iluminador Jesus chamou e enviou os que ele mesmo quis (cf. Mc 3, 13-19)” ajuda a aprofundar que a origem, o centro e a meta de toda a vocação e missão é a pessoa de Jesus Cristo.

“Encarar o desafio de uma espiritualidade para o Ano Vocacional: “vocação” é iniciativa de Deus, é mistério, é graça, é experiência de encontro com Jesus, é fascínio e alegria, é assombro, é sensibilidade ao apelo, é inconformidade, é resposta pessoal, é envolvimento comunitário, é missão, é tarefa, é serviço, é disposição para o sacrifício, é entrega da vida, é coragem e determinação, é esperança e convicção firme, é testemunho de fé: é “espiritualidade” como a que moveu o próprio Jesus e marcou sua personalidade, imprimindo-lhe caráter e identidade”, disse a Comissão organizadora.

O lema “Corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24, 32-33) fala do coração e dos pés. Recorda os discípulos de Emaús. O coração que arde ao escutar a Palavra do Ressuscitado e os pés que se colocam a caminho para anunciar o encontro com o Cristo.

“Desejamos que o Ano Vocacional ajude cada pessoa a acolher o chamado de Jesus como graça, seja uma oportunidade para que mais e mais corações ardam e que os pés se ponham a caminho, em saída missionária”, finalizou a Comissão.

Principais eventos vocacionais da Igreja do Brasil e do Continente

1983: o 1º Ano Vocacional do Brasil, com o tema e lema “Vem e segue-me” (Mt 19,21; Mc 10,21; Lc 18,22).

1994: o 1º Congresso Continental Latino-Americano de Vocações (Brasil), com o tema “A Pastoral Vocacional no Continente da Esperança”.

1999: o 1º Congresso Vocacional do Brasil, com o tema “Vocações e Ministérios para o Novo Milênio” e o lema “Coragem! Levanta-te, Ele te chama” (Mc 10, 49b).

2003: o 2º Ano Vocacional do Brasil, com o tema “Batismo, fonte de todas as vocações” e o lema “Avancem para águas mais profundas” (Lc 5,4).

2005: 2º Congresso Vocacional do Brasil, com o tema “Igreja, Povo de Deus a serviço da vida” e o lema “Ide também vós para a minha vinha” (Mt 20,4).

2010: 3º Congresso Vocacional do Brasil, com o tema “Discípulos missionários a serviço das vocações” e o lema “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações” (Mt 28,19).

2011: 2º Congresso Continental Latino-Americano e Caribenho de Vocações (Costa Rica), com o tema “Chamados a lançar as redes para alcançar a vida plena em Cristo” e o lema “Mestre, em tua Palavra lançarei as redes” (Lc 5,5).

2014:  Simpósio Vocacional do Brasil, com o tema “Ide e anunciai! Vocações diversas para uma grande missão”.

2019: o 4º Congresso Vocacional do Brasil, com o tema “Vocação e Discernimento” e o lema “Mostra-me, Senhor, os teus caminhos” (Sl 25,4).

Fonte: CNBB

SAV e Irmãs Franciscanas: “Vocação” à Vida, à amizade com Deus e à Santidade, marcam o encontro com os jovens e adolescentes de Louveira/SP

Encontro com os jovens e adolescentes de Louveira/SP, via Google Meet

Com o desejo de aproximarmos sempre mais das juventudes e adolescentes, também respondendo ao apelo do papa por ocasião do Sínodo das Juventudes em 2019, de discutirmos sobre Vocação, nos reunimos na tarde do dia 26 de junho (sábado), de forma remota, pelo Google Meet, com os adolescentes e jovens da cidade de Louveira/SP, onde estão presentes as Irmãs Franciscanas da Penitência.

Participaram deste encontro representantes do SAV das Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas, da nossa Custódia Franciscana (OFM) e das anfitriãs, Irmãs Franciscanas da Penitência.

Foi uma oportunidade de conversarmos com os adolescentes e jovens sobre “Vocação”, tomando como referência o documento “Christus vivit”, do papa Francisco. O encontro foi coordenado pelas irmãs Franciscanas da Penitência e a Irmã Lucelaine, Pequena Missionária Eucarística, nos brindou com o tema numa reflexão bastante interessante, com linguagem acessível e profunda. Depois tivemos oportunidade de deixarmos nossa mensagem também.

A grande provocação do Papa Francisco e que ficou destacada neste encontro é percebermos a “Vocação” como um chamado de Deus primeiro à vida, depois o chamado à Amizade com Ele e por fim, o chamado à Santidade. Finalizamos o encontro desejosos de que todos, sobretudo os adolescentes e jovens, possam reforçar a certeza do Amor de Deus e construírem sua vocação com capacidade de responder às necessidades do mundo e interferir com autenticidade na realidade que estão inseridos.

Que Deus nos ajude nessa missão de animar as vocações e provocar a todos na construção de uma cultura vocacional, que proporcione ao outro a realização pessoal e o encontro com o Senhor e seu projeto de amor.

Frei José Aécio de Oliveira Filho, OFM (Coordenador – SAV)

SAV se reúne de maneira remota para avaliação e planejamento

Equipe do Serviço de Animação Vocacional (SAV) de nossa Custódia

Nesta última quarta-feira (23), aconteceu a nossa reunião de avaliação do primeiro semestre e planejamento do restante do ano. Devido a pandemia, a reunião aconteceu de maneira remota, via Google Meet.

Na parte da manhã, contamos com a presença das Irmãs Franciscanas da Penitência e das Irmãs Pequenas Missionarias Eucarísticas. Refletimos e avaliamos as ações, trabalhos e bate-papos realizados até então. Também já nos programamos para dar continuidade neste caminho vocacional, acompanhando nossos jovens, buscando trazer e mostrar a mística, carisma e o jeito de “Ser Franciscano” do cotidiano das nossas vidas.

SAV com as Irmãs Franciscanas da Penitência e Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas

Durante a tarde, nós frades do SAV, demos continuidade em nossa avaliação e explanação do serviço que prestamos em nossa Custódia e a partir daí, elencamos pontos que devemos melhor nos empenhar para o bom êxito do trabalho e discernimento dos jovens, dos quais somos “todos nós corresponsáveis”. Traçamos metas para o segundo semestre, pensamos trabalhos mais eficazes para a nossa juventude, refletindo sobre “vocação” de uma maneira mais ampla e consciente.

Por fim, a equipe do SAV agradece a atenção e dedicação de cada religioso(a). Rogamos a Deus que possamos ser os primeiros a testemunhar com a própria vida o ideal franciscano e assim, provocar jovens a abraçarem o seguimento de Cristo, ao modo de Francisco e Clara.

Por intercessão de São José, patrono das casas de formações; que ele nos guarde e proteja!

São José, rogai por nós!

Fraternalmente,

Frei Cristiano Nobre de Oliveira, OFM

Bate-Papo Vocacional: Religiosos(as) apresentam aos jovens vocacionados(as) um pouco de nossas obras sociais

Neste último sábado (19), às 17h, aconteceu mais um Bate-Papo Vocacional voltado para os(as)  jovens vocacionados(as). O encontro foi online, via Google Meet, preparado pelo SAV ( Serviço de Animação Vocacional ) da Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus, Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas e as Irmãs Franciscanas da Penitência!

O objetivo do bate-papo foi apresentar e partilhar com os vocacionados(as), a importância da missão social da Ordem e Congregações Franciscanas. Através da explicação da presença franciscana em solidariedade com os nossos irmãos e irmãs, foi apresentado a diversidade de trabalhos que são realizados: Atendimentos as crianças, adolescentes, famílias e pessoas em situação de rua.

Na dinâmica da formação humana e espiritual, a missão franciscana social promove a vida com esperança, motivando-os para a dignidade de vida, pois a vida é Dom de Deus! Com olhar fraterno para com as crianças, os adolescentes e nossos irmãos e irmãs em situação de rua, contamos com os nossos benfeitores, voluntários(as) e muitas outras pessoas que colaboram com doações para com estes serviços.

Após a acolhida inicial, o bate-papo foi iluminado com uma oração espontânea e a oração do Pai-Nosso.  No final, rendemos graças a Deus pela vida e trabalho de todos os religiosos que doam a sua vida, findando com a benção de Santa Clara.

Obrigada aos vocacionados(as) pela participação com grande dedicação e disponibilidade, buscando a conhecer e aprofundar acerca do trabalho social na vida franciscana, lugar de proximidade para com os mais necessitados.

Fraternalmente,

Ir. Creudimar de Oliveira, IFP


ENTRE EM CONTATO CONOSCO:

  • Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus

Frei José Aécio de Oliveira Filho, OFM | +55 (16) 99050-9750

  • Irmãs Franciscanas da Penitência

Irmã Marta Melo da Silva, IFP | +55 (16) 98121-1568

  • Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas

Irmã Lucelaine Pontes Ribeiro, PME |  +55 (17) 99606-2204

SAV Custodial e Irmãs Franciscanas se reúnem com lideranças jovens das nossas frentes de evangelização

Na tarde deste último domingo (13), aconteceu o “Bate-Papo Franciscano de Juventudes” de maneira remota, via google meet. Uma iniciativa do SAV (Serviço de Animação Vocacional) de nossa Custódia, em conjunto com as Irmãs Franciscanas da Penitência e as Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas, promovido para as representações/lideranças dos(as) jovens presentes em nossas frentes de evangelização.

O objetivo do encontro foi refletir e partilhar um pouco sobre os anseios e as dificuldades dos movimentos e pastorais de jovens presentes em nosso território, enquanto SAV da Família Franciscana. Ouvimos cada jovem/liderança que esteve presente, onde destacaram uma dificuldade em comum: “A pandemia nos assola e sentimos falta de nossas reuniões e encontros presenciais. Isso dava vida aos grupos/movimentos do qual fazemos parte”.

Os jovens se apresentaram parcialmente cansados do meio virtual, uma vez que as reuniões, os estudos, todas as mais variadas áreas já migraram para o campo remoto, devido ao contexto pandêmico. Na oportunidade, pensamos juntos métodos e meios para construirmos algo em comum, despertando novamente os jovens em nossas comunidades. A meta é mostrar o sentido da própria vocação: em primeiro lugar a vocação a vida!

O encontro teve como motivação inicial a passagem de I Jo 2, 14, que diz: “Eu lhes escrevi, jovens, porque vocês são fortes, e a palavra de Deus permanece em vocês e vocês venceram o Maligno”; refletindo assim, a força dos jovens em meio a este contexto de pandemia e dificuldades que vivemos no tempo presente, servindo como injeção de ânimo a todos eles.

Juntos com as juventudes presentes em nossa território de evangelização, queremos reavivar a nossa missão de religiosos, bem como, colaborar com os jovens na missão, em atos concretos; por isso, ainda faremos outras reuniões, onde estudaremos as possibilidades para executarmos tais ideias e trabalhos.

Agradecemos a todos os jovens que se fizeram presentes e representaram seus grupos/movimentos. Que possamos juntos construir este belo projeto para caminharmos unidos na evangelização, dando testemunho jovem da vocação cristã e francisclariana em nosso campo de missão.

Fraternalmente,

Frei Pedro Neto Alves Lima, OFM

SAV e Irmãs Franciscanas: Testemunhos missionários marcam os(as) jovens vocacionados(as) no “3º Bate-Papo Vocacional”

Na tarde de ontem, sábado (15), aconteceu o “3º Bate-Papo Vocacional” de maneira remota, via google meet. Uma iniciativa do SAV (Serviço de Animação Vocacional) de nossa Custódia, em conjunto com as Irmãs Franciscanas da Penitência e as Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas, promovido a todos(as) os(as) jovens vocacionados(as).

O objetivo do encontro foi partilhar um pouco do carisma franciscano nas suas mais variadas vertentes, possibilitando aos jovens (rapazes e moças) conhecer um pouco mais sobre a nossa vida, bem como tirar dúvidas referentes aos institutos, congregações e ordens.

O Bate-Papo Vocacional contou com a presença dos frades do SAV Custodial; das irmãs responsáveis pelo SAV de ambas as congregações e dos jovens dos mais variados lugares, dos quais nossa Custódia e as congregações das irmãs abrangem. Como fio condutor, o encontro teve como tema: “A evangelização missionária das Franciscanas e dos Franciscanos”.

Tendo a missão como temática deste encontro, o bate-papo contou com a presença de alguns convidados: Frei Patrick, OFM e Frei Suelton, OFM que atualmente residem em Capaccio/Itália; a Irmã Vilma, IFP, que reside na Bolívia e da Irmã Janete, PME, que no momento, reside no Peru.

Agradecemos a Deus pelo dom das vocações e pedimos vossas orações para todos os religiosos e religiosas, hoje de modo especial, por todos os que doam suas vidas em frentes missionárias. Rogamos também por estes jovens vocacionados, para que saibam discernir e escutar a vontade de Deus para as suas vidas! 

Com Francisco e Clara de Assis louvamos ao Senhor!

PAZ e BEM…

Irmã Aniele Cabral, PME e Irmã Lucelaine Pontes Ribeiro, PME


ENTRE EM CONTATO CONOSCO:

  • Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus

Frei José Aécio de Oliveira Filho, OFM | +55 (16) 99050-9750

  • Irmãs Franciscanas da Penitência

Irmã Marta Melo da Silva, IFP | +55 (16) 98121-1568

  • Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas

Irmã Lucelaine Pontes Ribeiro, PME |  +55 (17) 99606-2204

Mensagem do Papa Francisco para o 58º Dia Mundial de Oração pelas Vocações

São José, esposo de Maria, pai putativo de Jesus e Patrono Universal da Igreja (do pintor italiano Mariotto di Nardo)

No último dia 19 de março, dia da Solenidade de São José, esposo de Maria, foi divulgado pelas mídias do Vaticano a mensagem do Papa Francisco dedicada ao 58º Dia Mundial de Oração pelas Vocações.

Segue a íntegra da mensagem:


MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O 58º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
(25 de abril de 2021 – IV Domingo da Páscoa)

“São José: o sonho da vocação”

Queridos irmãos e irmãs!

No dia 8 de dezembro passado, teve início o Ano especial dedicado a São José, por ocasião do 150º aniversário da declaração dele como Padroeiro da Igreja universal (cf. Decreto da Penitenciaria Apostólica, 8 de dezembro de 2020). Da parte minha, escrevi a carta apostólica Patris corde, com o objetivo de «aumentar o amor por este grande Santo» (concl.). Trata-se realmente duma figura extraordinária e, ao mesmo tempo, «tão próxima da condição humana de cada um de nós» (introd.). São José não sobressaía, não estava dotado de particulares carismas, não se apresentava especial aos olhos de quem se cruzava com ele. Não era famoso, nem se fazia notar: dele, os Evangelhos não transcrevem uma palavra sequer. Contudo, através da sua vida normal, realizou algo de extraordinário aos olhos de Deus.

Deus vê o coração (cf. 1 Sam 16, 7) e, em São José, reconheceu um coração de pai, capaz de dar e gerar vida no dia a dia. É isto mesmo que as vocações tendem a fazer: gerar e regenerar vidas todos os dias. O Senhor deseja moldar corações de pais, corações de mães: corações abertos, capazes de grandes ímpetos, generosos na doação, compassivos para consolar as angústias e firmes para fortalecer as esperanças. Disto mesmo têm necessidade o sacerdócio e a vida consagrada, particularmente nos dias de hoje, nestes tempos marcados por fragilidades e tribulações devidas também à pandemia que tem suscitado incertezas e medos sobre o futuro e o próprio sentido da vida. São José vem em nossa ajuda com a sua mansidão, como Santo ao pé da porta; simultaneamente pode, com o seu forte testemunho, guiar-nos no caminho.

A vida de São José sugere-nos três palavras-chave para a vocação de cada um. A primeira é sonho. Todos sonham realizar-se na vida. E é justo nutrir aspirações grandes, expectativas altas, que objetivos efémeros como o sucesso, a riqueza e a diversão não conseguem satisfazer. Realmente, se pedíssemos às pessoas para traduzirem numa só palavra o sonho da sua vida, não seria difícil imaginar a resposta: «amor». É o amor que dá sentido à vida, porque revela o seu mistério. Pois só se tem a vida que se , só se possui de verdade a vida que se doa plenamente. A este propósito, muito nos tem a dizer São José, pois, através dos sonhos que Deus lhe inspirou, fez da sua existência um dom.

Os Evangelhos falam de quatro sonhos (cf. Mt 1, 20; 2, 13.19.22). Apesar de serem chamadas divinas, não eram fáceis de acolher. Depois de cada um dos sonhos, José teve de alterar os seus planos e entrar em jogo para executar os misteriosos projetos de Deus, sacrificando os próprios. Confiou plenamente. Podemos perguntar-nos: «Que era um sonho noturno, para o seguir com tanta confiança?» Por mais atenção que se lhe pudesse prestar na antiguidade, valia sempre muito pouco quando comparado com a realidade concreta da vida. Todavia São José deixou-se guiar decididamente pelos sonhos. Porquê? Porque o seu coração estava orientado para Deus, estava já predisposto para Ele. Para o seu vigilante «ouvido interior» era suficiente um pequeno sinal para reconhecer a voz divina. O mesmo se passa com a nossa vocação: Deus não gosta de Se revelar de forma espetacular, forçando a nossa liberdade. Transmite-nos os seus projetos com mansidão; não nos ofusca com visões esplendorosas, mas dirige-Se delicadamente à nossa interioridade, entrando no nosso íntimo e falando-nos através dos nossos pensamentos e sentimentos. E assim nos propõe, como fez com São José, metas elevadas e surpreendentes.

Na realidade, os sonhos introduziram José em aventuras que nunca teria imaginado. O primeiro perturbou o seu noivado, mas tornou-o pai do Messias; o segundo fê-lo fugir para o Egito, mas salvou a vida da sua família. Depois do terceiro, que ordenava o regresso à pátria, vem o quarto que o levou a mudar os planos, fazendo-o seguir para Nazaré, onde precisamente Jesus havia de começar o anúncio do Reino de Deus. Por conseguinte, em todos estes transtornos, revelou-se vitoriosa a coragem de seguir a vontade de Deus. Assim acontece na vocação: a chamada divina impele sempre a sair, a dar-se, a ir mais além. Não há fé sem risco. Só abandonando-se confiadamente à graça, deixando de lado os próprios programas e comodidades, é que se diz verdadeiramente «sim» a Deus. E cada «sim» produz fruto, porque adere a um desígnio maior, do qual entrevemos apenas alguns detalhes, mas que o Artista divino conhece e desenvolve para fazer de cada vida uma obra-prima. Neste sentido, São José constitui um ícone exemplar do acolhimento dos projetos de Deus. Trata-se, porém, de um acolhimento ativo, nunca de abdicação nem capitulação; ele «não é um homem resignado passivamente. O seu protagonismo é corajoso e forte» (Carta ap. Patris corde, 4). Que ele ajude a todos, sobretudo aos jovens em discernimento, a realizar os sonhos que Deus tem para cada um; inspire a corajosa intrepidez de dizer «sim» ao Senhor, que sempre surpreende e nunca desilude!

Uma segunda palavra marca o itinerário de São José e da vocação: serviço. Dos Evangelhos, resulta como ele viveu em tudo para os outros e nunca para si mesmo. O Povo santo de Deus chama-lhe castíssimo esposo, desvendando assim a sua capacidade de amar sem nada reservar para si próprio. Libertando o amor de qualquer posse, abriu-se realmente a um serviço ainda mais fecundo: o seu cuidado amoroso atravessou as gerações, a sua custódia solícita tornou-o patrono da Igreja. Ele que soube encarnar o sentido oblativo da vida, é também patrono da boa-morte. Contudo o seu serviço e os seus sacrifícios só foram possíveis, porque sustentados por um amor maior: «Toda a verdadeira vocação nasce do dom de si mesmo, que é a maturação do simples sacrifício. Mesmo no sacerdócio e na vida consagrada, requer-se este género de maturidade. Quando uma vocação matrimonial, celibatária ou virginal não chega à maturação do dom de si mesmo, detendo-se apenas na lógica do sacrifício, então, em vez de significar a beleza e a alegria do amor, corre o risco de exprimir infelicidade, tristeza e frustração» (Ibid., 7).

O serviço, expressão concreta do dom de si mesmo, não foi para São José apenas um alto ideal, mas tornou-se regra da vida diária. Empenhou-se para encontrar e adaptar um alojamento onde Jesus pudesse nascer; prodigalizou-se para O defender da fúria de Herodes, apressando-se a organizar a viagem para o Egito; voltou rapidamente a Jerusalém à procura de Jesus que tinham perdido; sustentou a família trabalhando, mesmo em terra estrangeira. Em resumo, adaptou-se às várias circunstâncias com a atitude de quem não desanima se a vida não lhe corre como queria: com a disponibilidade de quem vive para servir. Com este espírito, José empreendeu as viagens numerosas e muitas vezes imprevistas da vida: de Nazaré a Belém para o recenseamento, em seguida para Egito, depois para Nazaré e, anualmente, a Jerusalém, sempre pronto a enfrentar novas circunstâncias, sem se lamentar do que sucedia, mas disponível para dar uma mão a fim de reajustar as situações. Pode-se dizer que foi a mão estendida do Pai Celeste para o seu Filho na terra. Assim não pode deixar de ser modelo para todas as vocações, que a isto mesmo são chamadas: ser as mãos operosas do Pai em prol dos seus filhos e filhas.

Por isso gosto de pensar em São José, guardião de Jesus e da Igreja, como guardião das vocações. Com efeito, da própria disponibilidade em servir, deriva o seu cuidado em guardar. «Levantou-se de noite, tomou o menino e sua mãe» (Mt 2, 14): refere o Evangelho, indicando a sua disponibilidade e dedicação à família. Não perdeu tempo a cismar sobre o que estava errado, para não o subtrair a quem lhe estava confiado. Este cuidado atento e solícito é o sinal duma vocação realizada. É o testemunho duma vida tocada pelo amor de Deus. Que belo exemplo de vida cristã oferecemos quando não seguimos obstinadamente as nossas ambições nem nos deixamos paralisar pelas nossas nostalgias, mas cuidamos de quanto nos confia o Senhor, por meio da Igreja! Então Deus derrama o seu Espírito, a sua criatividade sobre nós; e realiza maravilhas, como em José.

Além da chamada de Deus – que realiza os nossos sonhos maiores – e da nossa resposta – que se concretiza no serviço pronto e no cuidado carinhoso –, há um terceiro aspeto que atravessa a vida de São José e a vocação cristã, cadenciando o seu dia a dia: a fidelidade. José é o «homem justo» (Mt 1, 19) que, no trabalho silencioso de cada dia, persevera na adesão a Deus e aos seus desígnios. Num momento particularmente difícil, detém-se «a pensar» em tudo (cf. Mt 1, 20). Medita, pondera: não se deixa dominar pela pressa, não cede à tentação de tomar decisões precipitadas, não segue o instinto nem se cinge àquele instante. Tudo repassa com paciência. Sabe que a existência se constrói apenas sobre uma contínua adesão às grandes opções. Isto corresponde à laboriosidade calma e constante com que desempenhou a profissão humilde de carpinteiro (cf. Mt 13, 55), pela qual inspirou, não as crónicas da época, mas a vida quotidiana de cada pai, cada trabalhador, cada cristão ao longo dos séculos. Porque a vocação, como a vida, só amadurece através da fidelidade de cada dia.

Como se alimenta esta fidelidade? À luz da fidelidade de Deus. As primeiras palavras recebidas em sonho por São José foram o convite a não ter medo, porque Deus é fiel às suas promessas: «José, filho de David, não temas» (Mt 1, 20). Não temas: são estas as palavras que o Senhor dirige também a ti, querida irmã, e a ti, querido irmão, quando, por entre incertezas e hesitações, sentes como inadiável o desejo de Lhe doar a vida. São as palavras que te repete quando no lugar onde estás, talvez no meio de dificuldades e incompreensões, te esforças por seguir diariamente a sua vontade. São as palavras que descobres quando, ao longo do itinerário da chamada, retornas ao primeiro amor. São as palavras que, como um refrão, acompanham quem diz sim a Deus com a vida como São José: na fidelidade de cada dia.

Esta fidelidade é o segredo da alegria. Como diz um hino litúrgico, na casa de Nazaré reinava «uma alegria cristalina». Era a alegria diária e transparente da simplicidade, a alegria que sente quem guarda o que conta: a proximidade fiel a Deus e ao próximo. Como seria belo se a mesma atmosfera simples e radiosa, sóbria e esperançosa, permeasse os nossos seminários, os nossos institutos religiosos, as nossas residências paroquiais! É a alegria que vos desejo a vós, irmãos e irmãs que generosamente fizestes de Deus o sonho da vida, para O servir nos irmãos e irmãs que vos estão confiados, através duma fidelidade que em si mesma já é testemunho, numa época marcada por escolhas passageiras e emoções que desaparecem sem gerar a alegria. São José, guardião das vocações, vos acompanhe com coração de pai!

Roma, São João de Latrão, 19 de março de 2021, Solenidade de São José

Francisco


Equipe de Comunicação

Imagem (Fonte): Vatican News

Mensagem (Fonte): Vaticano