Mensagem do Papa Francisco para o 58º Dia Mundial de Oração pelas Vocações

São José, esposo de Maria, pai putativo de Jesus e Patrono Universal da Igreja (do pintor italiano Mariotto di Nardo)

No último dia 19 de março, dia da Solenidade de São José, esposo de Maria, foi divulgado pelas mídias do Vaticano a mensagem do Papa Francisco dedicada ao 58º Dia Mundial de Oração pelas Vocações.

Segue a íntegra da mensagem:


MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O 58º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
(25 de abril de 2021 – IV Domingo da Páscoa)

“São José: o sonho da vocação”

Queridos irmãos e irmãs!

No dia 8 de dezembro passado, teve início o Ano especial dedicado a São José, por ocasião do 150º aniversário da declaração dele como Padroeiro da Igreja universal (cf. Decreto da Penitenciaria Apostólica, 8 de dezembro de 2020). Da parte minha, escrevi a carta apostólica Patris corde, com o objetivo de «aumentar o amor por este grande Santo» (concl.). Trata-se realmente duma figura extraordinária e, ao mesmo tempo, «tão próxima da condição humana de cada um de nós» (introd.). São José não sobressaía, não estava dotado de particulares carismas, não se apresentava especial aos olhos de quem se cruzava com ele. Não era famoso, nem se fazia notar: dele, os Evangelhos não transcrevem uma palavra sequer. Contudo, através da sua vida normal, realizou algo de extraordinário aos olhos de Deus.

Deus vê o coração (cf. 1 Sam 16, 7) e, em São José, reconheceu um coração de pai, capaz de dar e gerar vida no dia a dia. É isto mesmo que as vocações tendem a fazer: gerar e regenerar vidas todos os dias. O Senhor deseja moldar corações de pais, corações de mães: corações abertos, capazes de grandes ímpetos, generosos na doação, compassivos para consolar as angústias e firmes para fortalecer as esperanças. Disto mesmo têm necessidade o sacerdócio e a vida consagrada, particularmente nos dias de hoje, nestes tempos marcados por fragilidades e tribulações devidas também à pandemia que tem suscitado incertezas e medos sobre o futuro e o próprio sentido da vida. São José vem em nossa ajuda com a sua mansidão, como Santo ao pé da porta; simultaneamente pode, com o seu forte testemunho, guiar-nos no caminho.

A vida de São José sugere-nos três palavras-chave para a vocação de cada um. A primeira é sonho. Todos sonham realizar-se na vida. E é justo nutrir aspirações grandes, expectativas altas, que objetivos efémeros como o sucesso, a riqueza e a diversão não conseguem satisfazer. Realmente, se pedíssemos às pessoas para traduzirem numa só palavra o sonho da sua vida, não seria difícil imaginar a resposta: «amor». É o amor que dá sentido à vida, porque revela o seu mistério. Pois só se tem a vida que se , só se possui de verdade a vida que se doa plenamente. A este propósito, muito nos tem a dizer São José, pois, através dos sonhos que Deus lhe inspirou, fez da sua existência um dom.

Os Evangelhos falam de quatro sonhos (cf. Mt 1, 20; 2, 13.19.22). Apesar de serem chamadas divinas, não eram fáceis de acolher. Depois de cada um dos sonhos, José teve de alterar os seus planos e entrar em jogo para executar os misteriosos projetos de Deus, sacrificando os próprios. Confiou plenamente. Podemos perguntar-nos: «Que era um sonho noturno, para o seguir com tanta confiança?» Por mais atenção que se lhe pudesse prestar na antiguidade, valia sempre muito pouco quando comparado com a realidade concreta da vida. Todavia São José deixou-se guiar decididamente pelos sonhos. Porquê? Porque o seu coração estava orientado para Deus, estava já predisposto para Ele. Para o seu vigilante «ouvido interior» era suficiente um pequeno sinal para reconhecer a voz divina. O mesmo se passa com a nossa vocação: Deus não gosta de Se revelar de forma espetacular, forçando a nossa liberdade. Transmite-nos os seus projetos com mansidão; não nos ofusca com visões esplendorosas, mas dirige-Se delicadamente à nossa interioridade, entrando no nosso íntimo e falando-nos através dos nossos pensamentos e sentimentos. E assim nos propõe, como fez com São José, metas elevadas e surpreendentes.

Na realidade, os sonhos introduziram José em aventuras que nunca teria imaginado. O primeiro perturbou o seu noivado, mas tornou-o pai do Messias; o segundo fê-lo fugir para o Egito, mas salvou a vida da sua família. Depois do terceiro, que ordenava o regresso à pátria, vem o quarto que o levou a mudar os planos, fazendo-o seguir para Nazaré, onde precisamente Jesus havia de começar o anúncio do Reino de Deus. Por conseguinte, em todos estes transtornos, revelou-se vitoriosa a coragem de seguir a vontade de Deus. Assim acontece na vocação: a chamada divina impele sempre a sair, a dar-se, a ir mais além. Não há fé sem risco. Só abandonando-se confiadamente à graça, deixando de lado os próprios programas e comodidades, é que se diz verdadeiramente «sim» a Deus. E cada «sim» produz fruto, porque adere a um desígnio maior, do qual entrevemos apenas alguns detalhes, mas que o Artista divino conhece e desenvolve para fazer de cada vida uma obra-prima. Neste sentido, São José constitui um ícone exemplar do acolhimento dos projetos de Deus. Trata-se, porém, de um acolhimento ativo, nunca de abdicação nem capitulação; ele «não é um homem resignado passivamente. O seu protagonismo é corajoso e forte» (Carta ap. Patris corde, 4). Que ele ajude a todos, sobretudo aos jovens em discernimento, a realizar os sonhos que Deus tem para cada um; inspire a corajosa intrepidez de dizer «sim» ao Senhor, que sempre surpreende e nunca desilude!

Uma segunda palavra marca o itinerário de São José e da vocação: serviço. Dos Evangelhos, resulta como ele viveu em tudo para os outros e nunca para si mesmo. O Povo santo de Deus chama-lhe castíssimo esposo, desvendando assim a sua capacidade de amar sem nada reservar para si próprio. Libertando o amor de qualquer posse, abriu-se realmente a um serviço ainda mais fecundo: o seu cuidado amoroso atravessou as gerações, a sua custódia solícita tornou-o patrono da Igreja. Ele que soube encarnar o sentido oblativo da vida, é também patrono da boa-morte. Contudo o seu serviço e os seus sacrifícios só foram possíveis, porque sustentados por um amor maior: «Toda a verdadeira vocação nasce do dom de si mesmo, que é a maturação do simples sacrifício. Mesmo no sacerdócio e na vida consagrada, requer-se este género de maturidade. Quando uma vocação matrimonial, celibatária ou virginal não chega à maturação do dom de si mesmo, detendo-se apenas na lógica do sacrifício, então, em vez de significar a beleza e a alegria do amor, corre o risco de exprimir infelicidade, tristeza e frustração» (Ibid., 7).

O serviço, expressão concreta do dom de si mesmo, não foi para São José apenas um alto ideal, mas tornou-se regra da vida diária. Empenhou-se para encontrar e adaptar um alojamento onde Jesus pudesse nascer; prodigalizou-se para O defender da fúria de Herodes, apressando-se a organizar a viagem para o Egito; voltou rapidamente a Jerusalém à procura de Jesus que tinham perdido; sustentou a família trabalhando, mesmo em terra estrangeira. Em resumo, adaptou-se às várias circunstâncias com a atitude de quem não desanima se a vida não lhe corre como queria: com a disponibilidade de quem vive para servir. Com este espírito, José empreendeu as viagens numerosas e muitas vezes imprevistas da vida: de Nazaré a Belém para o recenseamento, em seguida para Egito, depois para Nazaré e, anualmente, a Jerusalém, sempre pronto a enfrentar novas circunstâncias, sem se lamentar do que sucedia, mas disponível para dar uma mão a fim de reajustar as situações. Pode-se dizer que foi a mão estendida do Pai Celeste para o seu Filho na terra. Assim não pode deixar de ser modelo para todas as vocações, que a isto mesmo são chamadas: ser as mãos operosas do Pai em prol dos seus filhos e filhas.

Por isso gosto de pensar em São José, guardião de Jesus e da Igreja, como guardião das vocações. Com efeito, da própria disponibilidade em servir, deriva o seu cuidado em guardar. «Levantou-se de noite, tomou o menino e sua mãe» (Mt 2, 14): refere o Evangelho, indicando a sua disponibilidade e dedicação à família. Não perdeu tempo a cismar sobre o que estava errado, para não o subtrair a quem lhe estava confiado. Este cuidado atento e solícito é o sinal duma vocação realizada. É o testemunho duma vida tocada pelo amor de Deus. Que belo exemplo de vida cristã oferecemos quando não seguimos obstinadamente as nossas ambições nem nos deixamos paralisar pelas nossas nostalgias, mas cuidamos de quanto nos confia o Senhor, por meio da Igreja! Então Deus derrama o seu Espírito, a sua criatividade sobre nós; e realiza maravilhas, como em José.

Além da chamada de Deus – que realiza os nossos sonhos maiores – e da nossa resposta – que se concretiza no serviço pronto e no cuidado carinhoso –, há um terceiro aspeto que atravessa a vida de São José e a vocação cristã, cadenciando o seu dia a dia: a fidelidade. José é o «homem justo» (Mt 1, 19) que, no trabalho silencioso de cada dia, persevera na adesão a Deus e aos seus desígnios. Num momento particularmente difícil, detém-se «a pensar» em tudo (cf. Mt 1, 20). Medita, pondera: não se deixa dominar pela pressa, não cede à tentação de tomar decisões precipitadas, não segue o instinto nem se cinge àquele instante. Tudo repassa com paciência. Sabe que a existência se constrói apenas sobre uma contínua adesão às grandes opções. Isto corresponde à laboriosidade calma e constante com que desempenhou a profissão humilde de carpinteiro (cf. Mt 13, 55), pela qual inspirou, não as crónicas da época, mas a vida quotidiana de cada pai, cada trabalhador, cada cristão ao longo dos séculos. Porque a vocação, como a vida, só amadurece através da fidelidade de cada dia.

Como se alimenta esta fidelidade? À luz da fidelidade de Deus. As primeiras palavras recebidas em sonho por São José foram o convite a não ter medo, porque Deus é fiel às suas promessas: «José, filho de David, não temas» (Mt 1, 20). Não temas: são estas as palavras que o Senhor dirige também a ti, querida irmã, e a ti, querido irmão, quando, por entre incertezas e hesitações, sentes como inadiável o desejo de Lhe doar a vida. São as palavras que te repete quando no lugar onde estás, talvez no meio de dificuldades e incompreensões, te esforças por seguir diariamente a sua vontade. São as palavras que descobres quando, ao longo do itinerário da chamada, retornas ao primeiro amor. São as palavras que, como um refrão, acompanham quem diz sim a Deus com a vida como São José: na fidelidade de cada dia.

Esta fidelidade é o segredo da alegria. Como diz um hino litúrgico, na casa de Nazaré reinava «uma alegria cristalina». Era a alegria diária e transparente da simplicidade, a alegria que sente quem guarda o que conta: a proximidade fiel a Deus e ao próximo. Como seria belo se a mesma atmosfera simples e radiosa, sóbria e esperançosa, permeasse os nossos seminários, os nossos institutos religiosos, as nossas residências paroquiais! É a alegria que vos desejo a vós, irmãos e irmãs que generosamente fizestes de Deus o sonho da vida, para O servir nos irmãos e irmãs que vos estão confiados, através duma fidelidade que em si mesma já é testemunho, numa época marcada por escolhas passageiras e emoções que desaparecem sem gerar a alegria. São José, guardião das vocações, vos acompanhe com coração de pai!

Roma, São João de Latrão, 19 de março de 2021, Solenidade de São José

Francisco


Equipe de Comunicação

Imagem (Fonte): Vatican News

Mensagem (Fonte): Vaticano

Vocacionados(as) participam do “2º Bate-Papo Vocacional” promovido pelo SAV Custodial e Irmãs Franciscanas

Aconteceu na tarde de ontem, sábado (17), o “2º Bate-Papo Vocacional” misto de maneira online, iniciativa do SAV (Serviço de Animação Vocacional) de nossa Custódia, em conjunto com as Irmãs Franciscanas da Penitência e as Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas.

O encontro teve por objetivo, mostrar um pouco do carisma franciscano nas suas mais variadas vertentes, possibilitando aos jovens (rapazes e moças) conhecer um pouco mais sobre a nossa vida, bem como tirar dúvidas referentes aos institutos, congregações e ordens.

O Bate-Papo Vocacional contou com a presença dos frades do SAV Custodial; das irmãs responsáveis pelo SAV de ambas as congregações e dos jovens dos mais variados lugares, dos quais nossa Fraternidade Custodial e as congregações das irmãs abrangem. Como fio condutor, o encontro teve como tema “A vida de oração e devoção na vida franciscana”.

Agradecemos a Deus pelo dom das vocações e pedimos vossas orações para todos os religiosos e religiosas, de modo especial por estes jovens vocacionados, para que saibam discernir e escutar a vontade de Deus para as suas vidas! 

Com Francisco e Clara de Assis louvamos ao Senhor!

PAZ e BEM…

Irmã Marta Melo da Silva, IFP


ENTRE EM CONTATO CONOSCO:

  • Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus

Frei José Aécio de Oliveira Filho, OFM | +55 (16) 99050-9750

  • Irmãs Franciscanas da Penitência

Irmã Marta Melo da Silva, IFP | +55 (16) 98121-1568

  • Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas

Irmã Lucelaine Pontes Ribeiro, PME |  +55 (17) 99606-2204

SAV Custodial em conjunto com as Irmãs Franciscanas da Penitência e Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas, promoveram “Bate-Papo Vocacional”

Na tarde deste último sábado (20), das 17h30 às 18h30, o SAV (Serviço de Animação Vocacional) de nossa Custódia em conjunto com as Irmãs Franciscanas da Penitência e as Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas, realizaram via online um “Bate-Papo Vocacional” misto, onde os jovens (rapazes e moças), puderam conhecer um pouco mais sobre o carisma franciscano.

O encontro contou com a presença dos frades do SAV Custodial, bem como das irmãs responsáveis do SAV de ambas as congregações. Estiveram presentes jovens (rapazes e moças) dos mais variados lugares, dos quais nossa Fraternidade Custodial e as congregações das irmãs abrangem. Como fio condutor, o encontro teve como tema “São Francisco e os desafios de seu tempo”.

Agradecemos a Deus pelo dom das vocações e suplicamos humildemente vossas orações para todos os religiosos e religiosas, principalmente por estes jovens vocacionados, para que saibam discernir e escutar a vontade de Deus para as suas vidas! Que o seráfico pai São Francisco vos ajudem a serem fieis e radicais a essa proposta de vida, à vida religiosa franciscana.

Fraternalmente,

Frei Cristiano Nobre de Oliveira, OFM


ENTRE EM CONTATO CONOSCO:

  • Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus

Frei José Aécio de Oliveira Filho, OFM | +55 (16) 99050-9750

  • Irmãs Franciscanas da Penitência

Irmã Marta Melo da Silva, IFP | +55 (16) 98121-1568

  • Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas

Irmã Lucelaine Pontes Ribeiro, PME |  +55 (17) 99606-2204

SAV se reúne em Olímpia/SP para formação planejamento

Equipe do SAV (Em pé da esquerda para a direita): Frei José Aécio, Frei José Luiz, Frei Emanuel e Frei Eduardo. Abaixo (da esquerda para a direita): Frei Cristiano e Frei Lucas Oliveira.

“VEDE A HUMILDADE DISCRETA DE SÃO JOSÉ!”

Foi com a imensa alegria que o Serviço de Animação Vocacional (SAV) da Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus se encontrou para o encontro de formação e planejamento de 2021,  realizado no Convento São Boaventura de Olímpia/SP e conduzido pelo coordenador do serviço, Frei José Aécio de Oliveira Filho, OFM.

Todos os irmãos integrantes da equipe não mediram esforços para comparecer no primeiro evento presencial datado de 22 a 24 de Fevereiro de 2021, mesmo neste tempo crítico de pandemia. Ressaltamos a presença significativa do Secretário para a Formação e os Estudos, Frei Valdemir Nel Rufino, OFM que presidiu a Santa Eucaristia e no tempo oportuno refletiu com todo vigor o “Plano de Ação do SAV”.

Ainda acolhemos as Irmãs Franciscanas da Penitência e as Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas presentes em nosso território de missão e evangelização para uma ação vocacional conjunta e integrada.

Foram dias intensos, marcados pelo Espírito de Oração, pela partilha de vida, da convivência, de avaliação e por fim, elaboramos o planejamento do SAV deste ano; instrumento possível de transcrever para realidade.

A ocasião reservou um tempo para a formação humana, assessorada pela psicóloga Tânia e o Padre Nelber, SCJ (Dehonianos). Ela, especialista em Vida Religiosa e Sacerdotal e ele, animador vocacional da sua província e mestre dos postulantes de sua congregação. O tema trabalhado foi: “O SAV enquanto serviço de cuidado da pessoa humana e a realidade das vocações adultas e egressos”.

Por fim, a equipe do SAV agradece a atenção de cada frade em particular, para que, possamos ser os primeiros a testemunhar com a própria vida o ideal franciscano e assim provocar jovens que se proponham engrossar a fileira do seguimento de Cristo, ao modo de Francisco.

Por intercessão de São José, patrono das casas de formações espalhadas no mundo inteiro… Intercedei por nós! Amém!

Fraternalmente, 

Frei José Luiz da Costa, OFM (Vice-Coordenador do SAV)

Na festa da Apresentação do Senhor, quatro jovens são admitidos para o Aspirantado em Olímpia/SP

No dia 02 de fevereiro de 2021, festa da Apresentação do Senhor, data em que toda igreja celebra a Vida Consagrada, no convento São Boaventura, em Olímpia/SP, aconteceu a admissão dos vocacionados Ariel Altman, Daniel Barreto, Felipe Augusto e Oiris Júnior ao Aspirantado, ingressando assim na primeira etapa formativa da Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus.

Rezemos ao Senhor Deus, para que ilumine e abençoe cada vocação ofertada na igreja de Cristo, sobretudo na Ordem dos Frades Menores. Pela intercessão de São Francisco de Assis, São José e da Virgem Maria, mãe das vocações, sejam alcançadas todas as graças do céu.

PAZ e BEM!

Ariel Altman e Felipe Leite (Aspirantes)

Aconteceu em Olímpia/SP o encontro dos vocacionados admitidos para o Aspirantado 2021

Neste último final de semana (20 a 22/11), aconteceu em nosso Convento São Boaventura de Olímpia/SP, o encontro dos vocacionados admitidos para adentrarem a nossa Custódia no próximo ano, no Aspirantado 2021.

São 5 jovens vocacionados que foram admitidos ao processo formativo. O intuito do encontro é proporcionar uma convivência mais intensa da rotina futura do aspirantado, bem como passar todos os detalhes e informações jurídicas para tal ingresso.

       

São eles:

  • Ariel – Ribeirão Preto/SP
  • Daniel – Mirassol D’Oeste/MT
  • Felipe – Guaratnguetá/SP
  • Vinícius Fabreau – Taboão da Serra/SP
  • Oiris – Pompéia/SP

Rezemos por cada um destes jovens, para que possam com a abertura de coração e a coragem do “sim”, serem perseverantes neste santo propósito. Que Deus os abençoe!

Fraternalmente,

Equipe de Comunicação

Aconteceu em Franca/SP, o último Encontro Vocacional Franciscano deste ano

Aconteceu neste final de semana (30 de outubro à 02 de novembro), no Convento Santa Maria dos Anjos, em Franca/SP, o último Encontro Vocacional Franciscano deste ano. O encontro contou com a presença de 12 jovens/rapazes, dos frades do SAV (Serviço de Animação Vocacional), dos frades da fraternidade local, dos postulantes, bem como dos aspirantes.

O encontro iniciou as 18h00 do dia 30 (sexta-feira) com uma dinâmica, onde os vocacionados foram chamados pelo nome e convidados a percorrerem um caminho de provocação existencial e vocacional. Uma vez que estes jovens/rapazes são provindos de várias cidades que abrangem o nosso território Custodial, nos organizamos de uma forma que pudéssemos respeitar todos as regras acerca da vigilância, em vista da prevenção do COVID-19.

A programação contou também com a participação do nosso Custódio, Frei Fernando Aparecido dos Santos, OFM, onde num primeiro momento refletiu o tema do encontro: “E sejam chamados Frades Menores!” (1 Cel 38). Posterior, refletiu com os vocacionados acerca das frentes de evangelização de nossa Custódia e Ordem. Também contou com a presença do Secretário para a Formação e os Estudos, Frei Valdemir Nelo Rufino, OFM (Frei Miro), que refletiu com cada um deles os critérios de admissão para a Ordem, buscando enfatizar a importância da abertura ao processo formativo.

O encontro encerrou-se no dia 02 (Dia dos Fiéis Defuntos), onde celebramos a eucaristia, realizamos uma pequena procissão ao cemitério de nosso Convento e posterior almoçamos.

Rogamos a Deus que envie operários para a sua messe, bem como, que conserve perseverantes estes nossos irmãos, neste processo de discernimento e de resposta ao chamado divino em suas vidas.

Fraternalmente,

Frei Alef Henrique Pavini, OFM

SAV se reúne em Olímpia/SP para planejamento dos próximos encontros

A poetisa Martha Medeiros – na poesia fita métrica – diz que “uma pessoa é gigante quando se interessa por nossa vida, quando busca alternativas para o nosso crescimento, quando sonha junto conosco”. É justamente nesse contexto que, no crepuscular do dia, iniciamos as nossas atividades permeadas de muito Espírito Fraterno, bem como de muita alegria. Aspectos que são inerentes à vocação de um Frade Menor.

Nesta dinamicidade e clima de Fraternidade, deu-se início a nossa reunião de Planejamento do Serviço de Animação Vocacional, na quarta-feira, dia 14 de outubro de 2020 às 9h30, com uma oração de acolhida e de abertura desse encontro de Planejamento, que foi bem conduzido por Frei José Luiz da Costa, OFM. Esse realizou-se de 14 a 16 de outubro. Se fizeram presentes os seguintes Frades do nosso território Custodial: Frei José Aécio, Frei José Luiz (Olímpia/SP); Frei Israel, Frei Lucas (Franca/SP); Frei Emanuel (Uberlândia/MG); Frei Alef Pavini (Marília/SP); e, Frei Carlos Eduardo (Garça/SP).  Logo após, seguimos a pauta com os encaminhamentos, bem como os andamentos e as partilhas acerca dos encontros vocacionais, vocacionados, missão franciscana, ordenações etc.

Deste modo, com esperança no Senhor e acolhendo-nos uns aos outros na Fraternidade e na Minoridade, agradecemos a Deus que em Cristo cumpre a promessa de fazer nascer o doador da justiça, da paz e do bem sem fim. Que o Espírito de todos os tempos, que é o mesmo insuflador das virtudes no Planejamento do SAV, ajude cada um a celebrar a promoção da vida, a qual se realiza nos corações dedicados a receber com bons frutos o Deus de Amor e Ternura.

Frei Carlos Eduardo de Sousa, OFM