Definitório Geral com o Papa Francisco: “Vimos o afeto do Papa por nós, franciscanos no mundo!”

No dia 7 de janeiro, o Papa Francisco recebeu em audiência, no Palácio Apostólico do Vaticano, o Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores, Frei Massimo Fusarelli, acompanhado por todos os membros do Definitório Geral, juntamente com o Procurador Geral, o Secretário para as Missões e Evangelização, o Secretário Geral da Ordem com o Secretário Pessoal do Ministro.

No final da audiência, que durou 45 minutos, o Ministro compartilhou que viveu um intenso e belo momento de diálogo, de escuta do Papa Francisco sobre a realidade da Ordem nas diferentes partes do mundo, referindo-se também a algumas situações particulares que dizem respeito à Igreja, testemunhando como «em particular o Santo Padre nos exortou a trabalhar com coragem entre os jovens, segundo as suas línguas e a favor das vocações, para não haver renúncias e saber olhar para a frente com confiança e fé no nosso futuro”, acrescentando, a respeito da paternidade e ternura do Papa, que devemos agradecer ao Senhor por este encontro, porque vimos o afeto do Papa por nós, franciscanos no mundo, e porque nos repetiu várias vezes que São Francisco é sedutor no melhor sentido da palavra, atrai e motiva”.

Por fim, o Sumo Pontífice convidou os frades “a viver de maneira evangélica e a trabalhar sabendo que possuem esta grande raiz de inspiração e atração”.

A audiência foi encerrada com a entrega de memórias a cada participante pelo Papa Francisco e uma curta viagem ao Palácio Apostólico.

Fonte: OFM / Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil

Papa Francisco aos pobres em Assis: “Esperança e resistência partilhadas”

Jane Nogara (Vatican News)

Por ocasião do Encontro de oração e testemunho da quinta edição do Dia Mundial dos Pobres o Papa Francisco foi a Assis nesta sexta-feira, 12 de novembro. Depois de ouvir os testemunhos de alguns presentes e do momento especial de oração o Papa dirigiu algumas palavras aos presentes.

Francisco iniciou agradecendo a presença de todos em Assis e recordando que a cidade de Assis “tem impresso o rosto de São Francisco” que recebeu o chamado para viver o Evangelho à letra. E disse que embora a sua santidade de alguma forma nos assusta porque parece impossível imitá-la, devemos recordar certos momentos da sua vida que valem mais do que os sermões. E falou dos pequenos sacrifícios os “fioretti” que o Santo fazia, que foram reunidos para mostrar a beleza da sua vocação: “somos atraídos por esta simplicidade de coração e de vida: é a própria atração de Cristo, do Evangelho”. O Papa recordou uma dessas passagens quando Francisco vivendo na pobreza extrema conseguia alguma coisa para comer embora fosse pouca ele sempre a considerava como “um tesouro do qual não se sentia digno”, e dizia:

“É precisamente isto que considero um grande tesouro, porque não há nada, mas o que temos nos foi dado pela Providência (…) Este é o ensinamento que São Francisco nos dá: saber contentar-se com o pouco que temos e partilhá-lo com os outros”

Homens e mulheres pedras vivas da Igreja

Ao recordar que o encontro se realizava na Porciúncula, uma das pequenas igrejas que São Francisco pensou em restaurar, o Papa disse: “Ele nunca teria pensado que o Senhor lhe pedisse para dar a sua vida para renovar não a igreja feita de pedras, mas a de pessoas, de homens e mulheres que são as pedras vivas da Igreja. E se estamos aqui hoje é precisamente para aprender com o que São Francisco fez”.

Marginalização espiritual

São Francisco “passava muito tempo nesta pequena igreja a rezar”, continuou o Papa, “recolhia-se aqui em silêncio e escutava o Senhor, o que Deus queria dele. Também nós viemos aqui para isto: queremos pedir ao Senhor que ouça o nosso grito e venha em nosso auxílio. Não esqueçamos que a primeira marginalização de que os pobres sofrem é espiritual”. O Papa recordou e agradeceu a todos os que ajudam os pobres, e disse que fica muito feliz quando “as pessoas param para falar e às vezes rezar com eles”.

Em seguida falou da acolhida.

“Acolher significa abrir a porta, a porta da casa e a porta do coração, e permitir àqueles que batem à porta de entrar. E que podem sentir-se à vontade, sem medo. Onde existe um verdadeiro sentido de fraternidade, existe também a experiência sincera de acolhimento”

A fraqueza pode se tornar uma força que melhora o mundo

Neste ponto do discurso o Papa falou sobre o encontro.

“Encontrar-se é a primeira coisa, ou seja, ir ao encontro uns dos outros com o coração aberto e a mão estendida. Sabemos que cada um de nós precisa do outro, e mesmo a fraqueza, se experimentada em conjunto, pode tornar-se uma força que melhora o mundo”

O Pontífice em seguida abordou a questão dos que afirmam que os responsáveis pela pobreza são os pobres…. além da “hipocrisia dos que querem se enriquecer para além das medidas, se coloca a culpa sobre os ombros dos mais fracos”. E para contrastar o Papa afirmou com veemência:

“É tempo que seja restituída a palavra aos pobres, porque durante demasiado tempo os seus pedidos não foram ouvidos. É tempo que se abram os olhos para ver o estado de desigualdade em que vivem tantas famílias. É tempo de arregaçar as mangas para restituir dignidade através da criação de empregos. É tempo que se volte a se escandalizar diante da realidade de crianças famintas, escravizadas, tiradas das águas quando naufragam, vítimas inocentes de todo o tipo de violência. É tempo que cessem as violências contra as mulheres e as mulheres sejam respeitadas e não tratadas como mercadoria. É tempo que se rompa o círculo da indiferença para retornar a descobrir a beleza do encontro e do diálogo”.

Coragem e sinceridade

Em seguida o Papa comentou os testemunhos das pessoas pobres agradecendo sua coragem e sinceridade. “Coragem, porque quiseram partilhar com todos nós, mesmo que façam parte da sua vida pessoal; sinceridade, porque se mostraram como são e abriram o seu coração com o desejo de serem compreendidos”.

Esperança e resistência

“Percebi um grande sentido de esperança. A marginalização, o sofrimento da doença e da solidão, a falta de muitos meios necessários não os impediu de olharem com os olhos cheios de gratidão para as pequenas coisas que lhes permitiram de resistir”

Por fim o Papa falou sobre resistir além da esperança: “Esta é a segunda impressão que eu percebi e que deriva da esperança. O que significa resistir? Ter a força para continuar apesar de tudo. A resistir não é uma ação passiva, pelo contrário, requer coragem para empreender um novo caminho sabendo que dará frutos”.

Concluindo disse: “Peçamos ao Senhor que nos ajude sempre a encontrar a serenidade e a alegria. Aqui na Porciúncula, São Francisco ensina-nos a alegria que vem de olhar para quem está próximo como a um companheiro de viagem que nos compreende e nos apoia, tal como nós somos para ele ou ela”.

Fonte: Vatican News

Carta do Ministro Geral e do Definitório para a Festa de São Francisco

Renovemos nossa visão, abracemos nosso futuro

Queridos irmãos e irmãs!

Que o Senhor lhes dê paz!

Recentemente, nossa Ordem Franciscana celebrou seu Capítulo Geral e esta é a primeira vez que nos dirigimos a vocês como irmãos do Definitório Geral. Começamos nosso trabalho como Fraternidade Definidora e estamos estudando exaustivamente os mandatos e diretrizes que o Capítulo Geral  nos confiou, para traçar as linhas-guia para a animação da Ordem durante o próximo sexênio. Esperamos fazer chegar a você estas propostas o mais rápido possível.

Entre fragilidade e mudança

Uma imagem franciscana que nos ajuda nesses tempos que vivemos é o regresso de Francisco da Terra Santa. Segundo algumas tradições, ele viveu um confinamento em uma pequena ilha da laguna de Veneza, onde experimentou a fragilidade de seu mundo, a crise da Fraternidade, suas lutas internas, um combate entre escuridão e desolação. No entanto, Francisco manteve uma resposta de gratidão, juntamente com uma visão fundada na esperança. (cf. Rnb 23).

Também hoje, a Ordem está dividida entre a esperança e o desânimo, entre o crescimento em algumas áreas e o declínio em outras. Nos movemos entre o caminho de renovação de nossa identidade de Frades Menores e o clericalismo que nos dá poder e segurança e nos faz acreditar que não temos necessidade de ninguém, afastando-nos de nossa vocação e missão de Frades Menores. Por isso, devemos deixar-nos tocar mais uma vez pelo lema do Capítulo Geral: “Levanta-te… e Cristo te iluminará (Ef 5,14)”.

Estamos em um momento de mudança, que envolve a todos e também acreditamos que devemos nos colocar neste clima de profunda transformação, encontrando caminhos novos e positivos. Este não é apenas um desafio, mas sim, um dom desses tempos em que vivemos. O presente nos desafia, nos coloca em situação de sobrevivência e vulnerabilidade.

É uma experiência profunda a de nossa existência que nos convida a caminhar, da melhor maneira, e a aprofundar no nosso estilo de vida que professamos, para que reconheçamos que às vezes nos esquecemos e não vivemos segundo a inspiração carismática que nos chama a ser Frades Menores. Sentir-nos vulneráveis nos permite reconhecer nossas fraquezas pessoais e fraternais e ir entre as pessoas com humildade, simplicidade e alegria.

Para nos animarmos e nos apoiarmos na esperança nesses tempos de mudança, fragilidade e vulnerabilidade, nos podem ajudar algumas atitudes:

  1. Reconhecer e aceitar nossa fragilidade humana, na nossa fraternidade e no mundo que nos rodeia.
  2. Reconhecer a bondade, a beleza, a justiça, os valores gravados nos corações dos homens e mulheres do nosso tempo, para crescer e desfrutar enquanto acompanhamos os outros em suas alegrias pelo que o Altíssimo está fazendo em suas vidas, famílias e comunidades, onde vivem e trabalham.
  3. Ouça o convite para mudar, para poder amar sem medo, iniciar processos de libertação e ir aos locais de fratura, onde a vida sofre e grita com toda a sua força. Esses gritos sobem ao céu e Deus os ouve.

Alguns convites

No Documento Final do Capítulo Geral, há cinco convites que nos são propostos e que constituem um itinerário para todos nós: um convite à gratidão, um convite para renovar nossa visão, um convite à conversão e à penitência, um convite para missão e evangelização e um convite a abraçar o nosso futuro. Para nós “Frades Menores”, tais convites não são opcionais, pelo contrário, apresentam-se como critérios necessários para perseverar em um caminho de fidelidade junto às cinco prioridades da Ordem conhecidas de todos.

Relendo esses cinco convites, como um itinerário, percebemos que somos chamados, a partir da gratidão pelos bens recebidos, a criar ação constante de agradecimento, e a restituir continuamente a Deus todos os bens. Entre esses bens, reconhecemos o crescimento da Ordem em alguns continentes como África e Ásia e, por todas as partes, o testemunho sincero de tantos irmãos ao lado dos necessitados. Esta gratidão vem a partir do dom do Espírito que renova nossa maneira de ver o mundo e sua história, reconhecendo os sinais dos tempos e a presença de Deus.

No entanto, para que seja verdadeira, esta visão renovada deve abrir nossos olhos à necessidade de conversão e penitência, para que verdadeiramente possamos renovar muitas de nossas atitudes que necessitam ser purificadas. As áreas que precisam de renovação e conversão são as de nossa vida fraterna e minoridade, já que, como diz o Documento Final do Capítulo, fraternitas e minoritas são os dois pulmões de nossa identidade. A fraternidade e a minoridade devem ser vividas, certamente, entre nós, em nossas comunidades, e sobretudo devem caracterizar-se por nossa proximidade com as pessoas que encontramos, para sermos irmãos e menores de todo o mundo. Os pobres e os que sofrem e os que vivem na necessidade são os destinatários privilegiados do nosso desejo de ser irmãos e menores, reconhecendo-os como nossos mestres (cf. CCGG 93§1). Como nos disse o Papa em sua mensagem ao Capítulo: “O olhar renovado, capaz de abrir-nos para o futuro de Deus, o recebemos de nossa proximidade com os pobres, as vítimas da escravidão moderna, os refugiados e os excluídos deste mundo. Eles são vossos mestres. Abrace-os como fez São Francisco!”

Do olhar dos pobres e dos vencidos

Os irmãos capitulares nos convidam, dentro do contexto da pandemia que vivemos como humanidade, a fazer um esforço para ler a realidade, a história, a cultura, a economia e a Igreja desde o lugar onde vivem os pobres, os que não valem nada, os marginalizados. Assim, com um novo olhar profundo, crente, encarnado e teológico, podemos abraçar e deixar-nos abraçar pelos pobres e os desfavorecidos. Por isso precisamos purificar e transformar nossa visão, ao modo de Jesus, do Poverello de Assis e dos milhares de Irmãos e irmãs que nestes 800 anos souberam se colocar no verso da história, com uma verdadeira atitude franciscana.

Como São Francisco, isso nos abre o caminho da itinerância, para viver como “peregrinos e estrangeiros neste mundo” (Rb 6,2), livres para a missão e evangelização, como fraternidade contemplativa em missão, com o olhar fixo no futuro, dirigindo nossos passos para a outra margem, assim como Jesus convidou seus discípulos. Não devemos ter medo de seguir novos caminhos, respondendo às exigências de um mundo em constante mudança. Não podemos nos contentar em repetir o que sempre foi feito, com todo respeito a uma história que foi grande justamente porque soube se renovar constantemente ao longo de oito séculos.

Particularmente, nosso tempo requer uma atenção específica à “casa comum”, do ponto de vista da ecologia integral, segundo o que nos ensina o Papa Francisco. A novidade dessa perspectiva encontra-se no fato de ler de forma interconectada toda a realidade, desde a relação com Deus à atenção ao meio ambiente, ao compromisso pela justiça e paz, e cremos que este é um desafio de grande urgência para nós. Se nosso estilo de vida, que inclui uma certa busca de conforto, não é coerente com esta perspectiva, deveríamos reconhecer que aqui também precisamos de penitência e conversão. É importante ter presentes as Encíclicas papais Fratelli Tutti e Laudato Si’, que suscitam em nós a disponibilidade de nos colocarmos em caminho, a estudar e nos comprometermos com o bem da vida. Estas, além disso, são um sinal profético que mostra como é realmente possível um modo de viver e relacionar-se à luz do Evangelho e da práxis de São Francisco e Santa Clara, segundo o espírito que nos leva a ser bons administradores e não proprietários, a conviver e não acumular.

A esperança renasce quando aprendemos a não ter medo de recomeçar quantas vezes seja possível. Sigamos em frente todos juntos: atrás de nós há uma rica história, que nos próximos anos também celebraremos por meio dos centenários franciscanos, e diante de nós há um futuro que desejamos receber com esperança. Queremos oferecer ao nosso mundo uma palavra de confiança e esperança, da qual tem uma grande necessidade.

Convidamos todos os que se inspiram em São Francisco a optar por estar sempre grato Àquele que molda a vida de cada um de nós e de todas as pessoas que encontramos, de uma forma ou de outra, ao longo do caminho da vida e da história. Somos convidados a participar de forma responsável numa cultura de cuidado, garantindo que nossas fraternidades e todos os ambientes pastorais sejam saudáveis ​​e importantes, onde nenhum sinta que sua vida, integridade e dignidade estejam ameaçadas.

Somos convidados a ser construtores de pontes de comunicação e diálogo. Queremos estar ao lado de quem foi abandonado social, cultural e eclesialmente, igualmente com aqueles que são forçados pelas realidades econômicas e políticas a se tornarem migrantes, trabalhando ao lado de tantos homens e mulheres de boa vontade, assim como das organizações leigas verdadeiramente comprometidas com este fim. Assim, nossa vida franciscana será sempre uma vida de encarnação e compromisso fraterno e político com os bem-aventurados do reino de Deus. (Mt 5,1-12. 25,31-46)

Conclusão

Queridos irmãos e irmãs, não olhem para a Cúria Geral como um lugar distante: estamos aqui por vocês e queremos estar perto de vocês. Faremos nossa parte para buscar o contato com vocês e com as Entidades da Família Franciscana e confiamos em sua vontade de entrar em contato conosco.

Seguindo o exemplo do Papa Francisco que conclui seu discurso sempre pedindo para rezar por ele, também pedimos que vocês rezem por nós.

Com um abraço fraterno, desejamos uma boa Festa de São Francisco!

Ministro Geral e Irmãos Definidores (Roma – 2021)

Tradução Livre: Setor de Comunicação – Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil

Fonte: Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil

Frei Valmir Ramos, OFM é eleito Visitador Geral da Província de São Francisco de Quito/Equador

Frei Valmir Ramos, OFM durante o Capítulo Geral da OFM em Roma/Itália – Julho/2021

Alguns dias atrás, o Ministro Geral e o seu Definitório estiveram reunidos na Cúria Geral e na sessão do dia 14 de setembro, elegeram o frade que desempenhará o serviço de Visitador Geral na Província São Francisco de Quito/Equador. O frade eleito foi o nosso confrade Frei Valmir Ramos, OFM, ex-Definidor Geral da OFM para a América Latina.


Visitador Geral: O que é?

O visitador é chamado de “Visitador Geral” por ser um representante/delegado diretamente do Ministro Geral, bem como, por realizar a visita em nome da Ordem dos Frades Menores (OFM). É o Definitório Geral da Ordem que elege o mesmo, com o serviço de visitar a todos os frades de uma Custódia ou Província. (Cf. CCGG, Art. 213)

Durante estas visitas, o Visitador Geral deve admoestar, confortar e se preciso for, corrigir na humildade e caridade os irmãos. Tem a missão de conhecer as condições e todas as iniciativas dos confrades, das fraternidades e Província, pois estará olhando com um olhar de fora da realidade; facilitando a ajuda no que for necessário para os encaminhamentos futuros da entidade. (Cf. CCGG, Art. 213)

Após todas as visitas, o Visitador Geral deve realizar um relatório abordando a realidade, levando em consideração a vida franciscana (vida de oração, vida fraterna, minoridade, formação, trabalho, evangelização, economia, dentre outros), a ser enviado para o Ministro Geral e para o Capítulo Provincial.


Uma breve biografia…

Frei Valmir Ramos, OFM durante o Capítulo Geral da OFM em Roma/Itália – Julho/2021

Frei Valmir Ramos, OFM, nascido no dia 31 de maio de 1965 é natural de Franca/SP. Entrou para a Ordem dos Frades Menores e foi vestido com o habito franciscano no dia 16 de janeiro de 1989. Professou os primeiros votos no dia 02 de fevereiro de 1990 em Catalão/GO. Professou Solene no dia 30 de abril de 1993 e Ordenou Diácono em 11 de agosto de 1993. Foi Ordenado Sacerdote no dia 28 de janeiro de 1994 em sua cidade natal. Serviu a nossa Fraternidade Custodial como Custódio de 2001 a 2010. Foi eleito Definidor Geral para a América Latina no Capítulo Geral de 2015, para o sexênio 2015-2021. Atualmente, está retornando da Cúria Geral da OFM (Roma/Itália) para residir em sua Custódia de origem, a Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus (Interior de São Paulo e Triângulo Mineiro – Brasil).


A Fraternidade Custodial deseja ao confrade, Frei Valmir Ramos, OFM, votos de um profícuo serviço em prol da Ordem dos Frades Menores e da Província São Francisco de Quito/Equador. Que o Seráfico Pai São Francisco o abençoe e que nossa mãe Maria, Rainha da Ordem interceda por ele durante este árduo trabalho!

Fraternalmente,

Equipe de Comunicação

Ministro Geral pede diálogo fraterno permanente e apoio mútuo

A Celebração Eucarística de encerramento do Capítulo Geral de 2021, que começou no dia 3 de julho, presidida por Frei Massimo Fusarelli e concelebrada pelos Freis Isauro Covili Linfati e Cesare Vaiani, foi uma celebração de gratidão, fraternidade, diversidade e esperança.

A variedade de línguas oficiais da Ordem, bem como outras línguas adicionais, eram usadas na oração e nos cantos. Antes da bênção final, os capitulares receberam como presente algumas lâmpadas de barro, inspiradas nas antigas lâmpadas de óleo encontradas nas catacumbas romanas, como uma lembrança da passagem bíblica do Capítulo: “Levanta-te … e Cristo te iluminará!” (Ef 5:14).

O Capítulo foi encerrado com as expressões de gratidão do novo Ministro geral e de Frei Sergio Galdi D’Aragona, Secretário geral do Capítulo, a todos os que fizeram parte deste Capítulo, aos frades que formaram a equipe de governo anterior da Ordem e a todos aqueles que eles assistiram e ajudaram a tornar possível o Capítulo nas situações difíceis do nosso mundo. Expressaram palavras especiais de agradecimento àqueles que apoiaram o Capítulo e à Ordem nos bastidores com seu árduo trabalho, suas orações e bons votos, incluindo as Clarissas e outros irmãos e irmãs religiosos, bem como amigos leigos e colaboradores.

Guardou-se um momento de silêncio pelo segundo vice-Secretário, o saudoso Frei Dexter Toledo, da Província das Filipinas, que faleceu tragicamente poucos meses antes do início do Capítulo.

Frei Massimo concluiu animando a todos os irmãos a permanecerem em um espírito de diálogo fraterno permanente e de apoio mútuo. Ele nos exortou a viver o Evangelho de Jesus, que é o cerne do nosso carisma, com paixão em nossas vidas. “Fazendo assim, dão testemunho ao mundo”.

No domingo à tarde, o novo Ministro Geral e o Vigário Geral fizeram uma peregrinação a Assis para confiar a Ordem ao Senhor, por intercessão de Santa Maria dos Anjos, de São Francisco e de Santa Clara, antes de iniciar os encontros no próximo semana na Cúria Geral da Ordem em Roma.

Equipe do Capítulo Geral – 2021

Fonte: Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil


RESUMO | Conclusão – Capítulo Geral (2021)

Os últimos encaminhamentos do Capítulo Geral

Diante das atuais inundações em partes da Alemanha e da Bélgica, o Ministro Geral anunciou que o Capítulo enviará uma mensagem ao Presidente da República Federal da Alemanha e ao Rei dos Belgas, como garantia de solidariedade e oração.

A Assembleia concluiu seus trabalhos sobre as Orientações e Mandatos do Capítulo, as emendas aos Estatutos e o Projeto de Mensagem. Além disso, as apresentações do dia incluíram o relatório da Comissão para as Finanças do Capítulo, o Instituto de Espiritualidade Franciscana da Pontifícia Universidade Antonianum, o Hotel e a Fundação Il Cantico e um intercâmbio sobre a presença e missão dos Frades em Marrocos.

Na última noite do Capítulo, foi realizada uma noite de confraternização no Il Cantico, com um jantar ao ar livre no terraço com uma vista espetacular da Cúpula da Basílica de São Pedro.

O Capítulo Geral termina neste domingo, 18 de julho, com a Missa de Ação de Graças, às 10 horas (horário de Roma).

Equipe do Capítulo Geral – 2021

Fonte: Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil


RESUMO | 15º DIA – Capítulo Geral (2021)

Mensagem do Santo Padre aos participantes do Capítulo Geral

Queridos irmãos!

Saúdo com afeto a vocês que participam do Capítulo Geral da Ordem dos Frades Menores. Um pensamento grato dirijo a Frei Michael A. Perry, que completou seu serviço como Ministro Geral, e ofereço meus melhores votos ao Pe. Massimo Giovanni Fusarelli, que foi chamado para sucedê-lo. Estendo minhas saudações a todas as suas fraternidades espalhadas no mundo.

Por muitos meses, devido à pandemia, nos encontramos vivendo em situações de emergência, isolamento e sofrimento. Esta experiência crítica, por um lado, estimula a todos nós a reconhecer o quanto a nossa vida terrena é um caminho a percorrer como peregrinos e forasteiros, homens e mulheres itinerantes, dispostos a nos livrar de coisas e reivindicações pessoais. Por outro lado, é uma ocasião favorável para intensificar a relação com Cristo e com os irmãos: penso nas suas fraternidades, chamadas a serem humildes presenças proféticas em meio ao povo de Deus e testemunhas para todos de fraternidade e de vida simples e feliz.

Neste momento difícil e complexo, em que corremos o risco de permanecer “paralisados”, apesar de tudo, vocês experimentam a graça de celebrar o Capítulo Geral ordinário, e isso já é motivo de louvor e graças a Deus. Neste Capítulo, vocês propuseram “renovar sua visão, abraçar o futuro”. Orienta-lhes a palavra de São Paulo:  “Desperta… e te iluminará Cristo”. (Ef 5, 14). E uma palavra de ressurreição, que os enraíza na dinâmica pascal, porque não há renovação e não há futuro se não no Cristo Ressuscitado. Com gratidão, portanto, vocês se abrem para acolher os sinais da presença e da ação de Deus e redescobrir o dom do carisma e da sua identidade fraterna e minorítica.

Renovar a própria visão: é assim que aconteceu com o jovem Francisco d’Assis. Ele mesmo atesta, contando a experiência que, em seu “Testamento”, coloca no início de sua própria conversão: o encontro com os leprosos, quando «o que era amargo se transformou em doçura de alma e corpo. (Test 1-4). Na raiz de sua espiritualidade é este encontro com os últimos e com os que sofrem, num sinal de “fazer misericórdia”. Deus tocou o coração de Francisco através da misericórdia oferecida ao irmão, e continua a tocar os nossos corações através do encontro com os outros, especialmente com pessoas mais necessitadas. A renovação da sua visão só pode começar a partir deste olhar om o qual contemplar o irmão pobre e marginalizado, sinal quase sacramental de presença de Deus.

Deste olhar renovado, desta experiência concreta de encontro com o próximo e com suas feridas, pode nascer energia renovada para olhar para o futuro dos irmãos e dos menores, como são vocês, segundo o belo nome de “frades menores”, que São Francisco escolheu para si e para vocês.

A força renovadora da qual necessitam provem do Espírito de Deus, daquela “santa operação” (Regra Bulada 10, 8) que é o sinal inequívoco de sua ação. Esse espírito, que transformou em doçura da alma e do corpo a amargura do encontro de Francisco com os leprosos, ainda opera hoje para dar novo frescor e energia a cada um de vocês, se se deixarem provocar pelos últimos de nosso tempo. Os encorajo a ir ao encontro dos homens e mulheres que sofrem tanto na alma como no corpo, para oferecer a sua presença humilde e fraterna, sem grandes discursos, mas fazendo sentir a sua proximidade de frades menores. Para ir em direção a uma criação ferida, a nossa casa comum, que sofre com a exploração distorcida dos bens da terra para o enriquecimento de alguns, enquanto são criadas condições de miséria para muitos. Para ir em direção como homens de diálogo, tentando construir pontes no lugar de muros, oferecendo o dom da fraternidade e da amizade social em um mundo que luta para encontrar a rota de um projeto comum. Ir como homens de paz e de reconciliação, convidando aqueles que semeiam ódio, divisões e violência à conversão do coração, e oferecendo esperança às vítimas que nascem da verdade, da justiça e do perdão. Destes encontros, vocês receberam um impulso para viver mais e mais plenamente o Evangelho, segundo a palavra que é o seu caminho: “A vida e a Regra dos Frades Menores é esta: observar o santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo (Regra Bulada, 1, 1).

Enquanto em boa parte da Ordem se enfrenta os desafios do declínio numérico e envelhecimento, não deixem que a ansiedade e o medo lhes impeçam de abrir corações e mentes para a renovação e para revitalização que o Espírito de Deus desperta em vocês e entre vocês. Tendes um legado espiritual de uma riqueza inestimável, enraizada na vida evangélica e caracterizada pela oração, fraternidade, pobreza, minoridade e itinerância. Não esqueçam que um olhar renovado, capaz de se abrir ao futuro de Deus, o recebemos da proximidade com os pobres, com os últimos da escravidão moderna, com os refugiados e os excluídos deste mundo. Eles são seus professores. Deveis abraça-los como fez São Francisco!

Queridos irmãos, que o Altíssimo, Todo-Poderoso, Bom Senhor os façam ser e tornar-se cada vez mais testemunhas credíveis e felizes do Evangelho; lhes conceda levar uma vida simples e fraterna; os conduza pelas estradas do mundo a semear a semente da Boa Nova com fé e esperança. Por isso, rezo e os acompanho com a minha Bênção. E vocês também, por favor, não esqueçam de rezar por mim.

Roma, São João do Latrão, 15 de julho de 2021

Papa Francisco


Tradução: Frei Clarêncio Neotti e Moacir Beggo

Fonte: Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil

“Somos uma família e queremos sentir-nos cada vez mais orientados neste sentido”

Na manhã do décimo quarto dia, nesta sexta-feira (16/7), o Capítulo Geral da Ordem dos Frades Menores, em andamento em Roma, recebeu uma comunicação escrita do Santo Padre, que estendeu a sua saudação e deu uma mensagem inspiradora aos Capitulares e aos irmãos da Ordem em todo o mundo.

Prosseguiu o processo de votação em assuntos jurídicos, em particular relacionados aos casos de improbidade. Frei Lawrence Hayes, da Comissão de Propostas Capitulares, apresentou projetos de orientações e mandatos sobre nossa identidade franciscana, vida fraterna e solidariedade, formação, missão e evangelização e JPIC. A discussão que se seguiu incluiu áreas de igualdade e compreensão de novos irmãos que vêm de diversas origens familiares e culturais. Em seguida se votaram as resoluções.

Antes do almoço, os Capitulares foram agraciados com a presença das mais altas autoridades da Família Franciscana, representadas pela Vice-Presidente da CFI-TOR, Irmã María Magdalena Schmitz; o Ministro Geral da OFS, Irmão Tibor Kauser; Ministro Geral da o TOR, Amando Trujillo Cano; Frei Roberto Genuin, dos Frades Menores Capuchinhos; e o Ministro Geral dos Frades Menores Conventuais, Frei Carlos Alberto Trovarelli. Em particular, Frei Carlos falou da opção preferencial franciscana pela fraternidade. Frei Massimo Fusarelli, eleito Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores, afirmou: “Somos uma família e queremos sentir-nos cada vez mais orientados neste sentido para os outros e para o mundo”.

Depois do almoço, a Assembleia conheceu o rascunho da Mensagem Final do Capítulo, apresentada por Frei Daniel Horan, e forneceu seus comentários e contribuições à comissão de redação sobre a mensagem chave e o conteúdo do documento. Os capitulares acolheram também dois novos Definidores gerais, Freio Albert Schmucki para a Europa Central e Frei Konrad Cholewa para a região eslava, vindos respectivamente da Suíça e da Polônia. Freis Julio César Bunader, Tyberiusz Maka, Pedro Zitha e Daniele Feligioni garantiram o almoço dos capitulares.

Equipe do Capítulo Geral – 2021

Fonte: Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil


RESUMO | 14º DIA – Capítulo Geral (2021)

Frei Fusarelli: a serviço da Igreja aprendendo com os “pequenos”

Benedetta Capelli e Tiziana Campisi (Vatican News)

“Que o seráfico Pai São Francisco seja de encorajamento na guia dos seus frades”: estes são os votos do Papa Francisco ao frei Massimo Giovanni Fusarelli, eleito novo ministro-geral da Ordem Franciscana dos Frades Menores para os próximos seis anos (2021-2027). Em uma mensagem de congratulações enviada ao frade, o Pontífice o felicitou assim que soube da notícia de sua eleição, assegurando-lhe suas orações e a sua bênção. O frei Fusarelli soube da mensagem do Papa através de nosso portal.


ENTREVISTA

Frei Fusarelli, como o senhor recebeu a mensagem do Papa sobre sua nomeação?

Bem, foi uma grande surpresa, fiquei sabendo pelo Vatican News, portanto pela mídia do Vaticano, antes que chegasse aqui. Chegou-nos ao vivo, trazendo consolo e apoio. Primeiro para mim porque era pessoal. Poucas palavras, mas muito verdadeiras… Digamos, não eram palavras burocráticas. Para todos nós aqui no Capítulo, foi um sinal de atenção, de cuidado, que nos faz bem, nos faz sentir em comunhão com o Papa, com a Igreja universal e também prontos para responder ao chamado da Igreja para sair de nossos lugares e anunciar o Evangelho em todas as realidades em que nos encontramos. Estamos presentes em cerca de 60 países ao redor do mundo, e aqui nos pedem para ir além, de mil maneiras diferentes. E o fato de o Papa estar hospitalizado, em recuperação, e que tenha tido este pensamento para nós, nos faz amá-lo ainda mais.  

No passado senhor dedicou-se particularmente às vítimas do terremoto da região de Abruzzo e também nos subúrbios de Roma, o que esta experiência traz para esse novo cargo ao qual foi chamado?

O que cresceu dentro de mim foi principalmente a ligação com a vida real das pessoas, dos homens e mulheres de hoje, especialmente os que sofrem, os pequenos, os pobres. Este contato com a realidade me ajudou a crescer. Trago comigo também o que o Evangelho de Mateus nos diz, ou seja, que Deus, o Pai, revela seus mistérios aos pequenos, não aos que se creem inteligentes. Pensava nisso esta manhã porque ainda mantenho a escola infantil devido aos contatos ininterruptos com várias dessas pessoas, especialmente em Amatrice e Accumoli, na região de Abruzzo. Nesta escola de crianças eu gostaria de aprender a fazer um serviço como este “de uma pessoa pequena”, ou seja, não de alguém que pensa que pode fazê-lo sozinho ou que tem toda a ciência e inteligência para realizar tal serviço, mas como alguém que permanece aberto. Outra coisa que carrego no coração é também o sentido de compaixão, ou seja, deixar-se tocar pela vida das pessoas, deixar-se às vezes “envolver” pela vida das pessoas, porque isso alarga o coração. Com isto, junto com outras experiências que tive, inclusive internacionais na ordem, espero poder abrir meu coração e minha mente para as culturas, idiomas e países que terei que visitar e com os quais terei que estar em contato.

Na sua opinião o que os pequenos aprenderam com sua proximidade? Que na realidade é a proximidade da Igreja…

A sentir a proximidade… Mais do que aprender, eles perceberam que podemos estar próximos, que nós, não tanto a Igreja como uma instituição abstrata, mas como pessoas concretas que vivem o Evangelho e seguem Jesus, e estão próximos deles. Portanto, não sentir a Igreja como uma instituição distante que só aparece em certos espaços ou momentos, mas como uma realidade próxima. Recebi muita desta resposta, e também de várias destas pessoas que não se abriram, de forma declarada, a um caminho de fé, digamos mais institucional, mais organizado; mas é como se uma chama da fé tivesse sido reacendida para uma posterior profissão de fé mais madura. Portanto, a fé, a presença de Deus, é uma realidade que toca minha vida, que está presente, posso acreditar nela, posso confiar-me a ela. 

Além das congratulações do Papa, o senhor recebeu alguma em particular das áreas menos frequentadas, um pouco esquecidas, como as das vítimas do terremoto, e dos subúrbios?

Sim, eu recebi muitas ontem à noite. Encontrei-as esta manhã, e várias pareciam dizer: o senhor está lá graças a nós. Gostei disso, isso me fez sorrir porque, com seu orgulho, eles disseram a verdade. Penso que se este serviço agora está maduro para mim é também porque tive este contato, esta partilha de vida. Depois houve outros, especialmente algumas pessoas simples, especialmente avós, que me escreveram: “Deus te protege, não tenhas medo”. Vindo de pessoas que sofreram muito é uma bênção que vale muito, quase tanto quanto uma bênção apostólica. Àqueles que ainda esperam uma palavra e um exemplo de vida dos Franciscanos, hoje, neste mundo, e são muitos, gostaria de dizer: apóiem-nos, ajudem-nos, abram o caminho para que vivamos hoje nossa vocação e a vivamos verdadeiramente.

Hoje seguimos os passos do Papa Francisco, pensando também na encíclica Fratelli tutti que recorda o abraço também com um mundo diferente do nosso, em um mundo distante. Esta fraternidade pode realmente guiar seu caminho e o de muitos franciscanos?

É claro. São Francisco já tinha superado as barreiras de seu tempo: dos leprosos, ao mundo muçulmano, dos pecadores, os que estavam longe da Igreja. O Papa Francisco foi além dessas barreiras e lá ele encontrou o caminho do Evangelho. Portanto, esperamos que muitos desses caminhos se abram.

Fonte: Vatican News

Dia intenso termina na Basílica de São João do Latrão

Nesta quinta-feira de manhã, aconteceu a eleição dos membros do Definitório Geral para o período de 2021-2027 no Capítulo Geral, que está em andamento em Roma. Os novos Definidores gerais eleitos são: Frei Victor Quematcha (África), Frei John Wong (Ásia-Oceania), Frei Jimmy Zammit (Anglófona), Frei Albert Schmucki (Europa Central), Frei Cesare Vaiani (Ibéria-Itália-Albânia), Frei Konrad Cholewa (eslavo), e os Freis Joaquín Excheverry e César Kulkamp (América Latina).

A Assembleia se reuniu à tarde para uma apresentação e esclarecimento sobre a proposta de revisão dos Estatutos Gerais com a intervenção de Frei Aidan McGrath. Os artigos específicos examinados incluíram a estrutura e governo da Ordem, as novas missões, os assuntos administrativos e a proteção de menores e adultos vulneráveis. Em particular, foi esclarecido que o termo ‘adultos vulneráveis’ se baseia no Motu Proprio de 2019, Vos Estis Lux Mundi. Essas propostas foram submetidas à votação para aprovação ser parte das leis que regem a vida da Ordem.

No final da sessão da tarde, os irmãos presentes no Capítulo foram à Basílica de São João do Latrão para a oração da noite, presidida por Frei Isauro Covili Linfati, novo Vigário Geral da Ordem. Seguiu-se o jantar no pátio do Vicariato da Basílica.

Equipe do Capítulo Geral – 2021

Fonte: Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil


RESUMO | 13º DIA – Capítulo Geral (2021)