Franciscanos chegam em Teresina/PI e dão início ao Tríduo Vocacional em ação de graças pela Profissão Solene de Frei João Paulo, OFM

A cidade de Teresina/PI está em festa com a presença dos Franciscanos em vista do Tríduo Vocacional em ação de graças pela Profissão Solene de nosso confrade, Frei João Paulo Gabriel Mendes de Moraes, OFM, ocorrida no último dia 23 de abril, em Olímpia/SP.

Os frades chegaram por volta da 00h40, madrugada desta quinta-feira (26) no aeroporto de Teresina/PI, sendo recebidos com uma calorosa presença fraterna de amigos e conhecidos de Frei João Paulo, OFM. Após a chegada, fomos para a família que nos acolhe durante estes dias.

Durante a manhã (26), rezamos a oração das Laudes junto dos irmãos que nos acolhe e em seguida, conhecemos um pouco da cultura local. Almoçamos em restaurante flutuante e próximo dele, registramos uma foto ao lado do monumento do “Cabeça de Cuia”, lenda regional do Estado do Piauí.

No inicio da noite, os frades deram abertura ao Tríduo Vocacional em gratidão e louvor a Deus pela dádiva da vocação deste nosso irmão, recém professo solene. A celebração eucarística aconteceu as 18h30, na Paróquia Nossa Sra. de Lourdes (Bairro Vermelha), presidida pelo confrade, Frei João Lourenço Bóga, OFM. A homilia foi proferida pelo pároco local, Pe. Antônio Cruz, que em sua reflexão, fez uma retrospectiva da vida vocacional e comunitária de Frei João Paulo, OFM, ressaltando que mesmo em meio as suas dificuldades e crises vocacionais, a semente do chamado divino em seu coração se revigorou e deu frutos.

Estão presente em Teresina/PI os seguintes frades de nossa Custódia: Frei Alef Henrique Pavini, OFM, Frei Eduardo Augusto Schiehl, OFM, Frei João Lourenço Bóga, OFM e Frei José Aécio de Oliveira Filho, OFM. Também conta com a presença do Frei José Francisco de Cássia Santos, OFM, da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil (SP, RJ, ES, PR e SC), Frei Cleiton da Silva Araújo, OFM e Frei Cláudio Silva, OFM, ambos da Província Franciscana Nossa Senhora da Assunção (MA e PI).

Terminada a celebração, jantamos com os familiares de Frei João Paulo, OFM num clima de alegria e fraternidade, na casa de uma de suas tias, onde apresentou como um ambiente em que viveu um período de sua vida. Retornamos para a casa que nos acolhe e enfim, repousamos.

Gratos a Deus pela fraternidade, pelo dom da vocação deste nosso irmão, pela vida e disponibilidade de todos os que aqui residem e nos acolhem, rogamos as bençãos de Deus, pela intercessão de nosso seráfico pai, São Francisco de Assis.

Fraternalmente,

Equipe de Comunicação

Frei Suelton, OFM professará os votos solenes na próxima sexta-feira (03)

Frei Suelton Costa de Oliveira, OFM

Queridos irmãos e irmãs, PAZ e BEM!

É com grande alegria que a nossa Fraternidade Custodial na próxima sexta-feira (03), reunida estará na Paróquia São Francisco de Assis de Campina Grande/PB, para a celebração eucarística onde o nosso confrade, Frei Suelton Costa de Oliveira, OFM professará os votos solenes na OFM (Ordem dos Frades Menores).

Por isso, a Equipe de Comunicação de nossa Custódia, entrou em contato com o referido confrade para entrevistá-lo e assim, partilhar com todos vocês, nossos amigos e benfeitores, um pouco desta trajetória de vida e vocação.

Acompanhe conosco!


CONHECENDO UM POUCO DE SUA VIDA E VOCAÇÃO

Fonte: Arquivo Pessoal – Frei Suelton Costa de Oliveira, OFM

Equipe de Comunicação – Conte-nos um pouco da sua história!

Frei Suelton, OFM – Sou filho de Cláudia Doroti Costa de Oliveira e George Batista, nasci aos 26 de Abril de 1992, na cidade de Campina Grande/PB. Tenho três irmãos: Sumaya, Sulyvan e Emanuel. Aos 03 de Agosto de 1997, pelas mãos de Frei Lauro Schwartz, OFM, fui batizado na minha paróquia de origem, Paróquia São Francisco de Assis, Diocese de Campina Grande/PB. Vivi na cidade até meus dezenove anos, onde estudei as escolas primária e secundária; exerci atividades remunerada, fiz curso de Técnico em Agropecuária e também frequentei algumas aulas de Teologia (três semestres) antes de ser Frade.

Equipe de Comunicação – Fale um pouco quem é o Frei Suelton e como se deu o seu discernimento vocacional.

Frei Suelton, OFM – Sou uma pessoa bem introvertida e tranquila, de opinião própria e me interesso em compreender assuntos sobre Política e Sociedade, também busco me inteirar e viver uma Igreja Missionária, Pastoral, Ecológica e Social.

Minha Vó, Maria Doroti Costa (in memoriam), sempre foi quem incentivou e me levava para participar das Celebrações Eucarísticas, especialmente as terças-feiras em que se celebra a memória votiva de Santo Antônio; aos 10 anos iniciei a formação catequética e ingressei no serviço de coroinha. No ano de 2004, fiz minha 1ª Comunhão, conferida por Frei Urbano Kaup, OFM, este que foi e é um grande incentivador de minha vocação franciscana.

Em 2009 e 2010 iniciei os Encontros Vocacionais pela Província Franciscana de Santo Antônio do Brasil (Nordeste), incentivado pelos frades da minha Paróquia de origem; em julho de 2011 deixei a casa de minha família e parti para São Francisco do Conde/BA para entrar na Vida Religiosa Franciscana. Iniciei no Pré-Postulantado, no Convento Santo Antônio, sob a orientação formativa de Frei Rogério Rodrigues, OFM.

No ano seguinte (2012), fui transferido para o Postulantado, Convento São Boaventura em Triunfo/PE. Em maio daquele ano, fui crismado pelo então Bispo Diocesano, Dom Egídio Bisol, Bispo de Afogados das Ingazeira/PE.

Em janeiro de 2013, na cidade de Bacabal/MA, sede da Província Franciscana de Nossa Senhora da Assunção, participei de uma semana de retiro, onde fui revestido do hábito franciscano, no dia 31 de janeiro. Em seguida fui para a Fraternidade do Noviciado Interprovincial, em Teresina/PI. Vivendo lá até o final de julho, pois com a fusão da Fundação Franciscana de Nossa Senhora das Graças (Sul do Piauí) com a supracitada Província, o Noviciado fora transferido para Marcos Parente/PI, e lá permaneci até 05 de outubro, retornando para minha família.

Após um tempo de reflexão, de estudos teológicos e técnico de agropecuária, e trabalhando, sentia ainda o forte desejo vocacional e decidi retomar a caminhada franciscana, graças a Deus e por intermedio de meus confrades, Frei Alleanderson, OFM e Frei Israel Cardoso, OFM, que me deram grande apoio e força.

No segundo semestre de 2015, fiz uma belíssima experiência com a Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus, que me acolheu e incentivou na retomada vocacional. Destaco a grande acolhida dos confrades, de modo particular de Frei José Luiz, OFM. Na oportunidade, passei por Olímpia/SP, onde fiz convivência com os Aspirantes, participei das Missões Populares Franciscanas e de um Encontro Vocacional em Araguari/MG. Em Marília/SP participei de uma Semana Missionária em preparação para a Profissão Solene de Frei Lucas Lisi, OFM. No Convento Santa Maria dos Anjos, em Franca/SP, fui readmitido ao Postulantado, junto com o companheiro de turma Frei João Paulo, OFM. Fomos acompanhados por Frei Joaquim Camilo, OFM e Frei João Lourenço, OFM, que se tornaram pais espirituais, Frei David Précaro, OFM (In memoriam) também fazia parte desta fraternidade, sua presença também era um grande testemunho franciscano.

Em 2016 fiz novamente o Noviciado, na fraternidade comum em Catalão/GO, com Frei Bruno Scapolan, OFM como mestre de formação. Professei os primeiros votos em 03 de janeiro de 2017. Estudei Filosofia, em Marília/SP, pela Faculdade João Paulo II. Em 2019 escrevi um projeto para o ano missionário de vivenciar junto com os sem-terra no Rio Grande do Sul, mas tive que deixar de lado tal projeto para abraçar uma outra proposta maior, vinda da Fraternidade Missionária de Capaccio, no sul da Itália. Lá vivi dois anos (2020-2021) com Frei Ademir, OFM, Frei Flaerdi, OFM e Frei Patrick, OFM. Auxiliei nos trabalhos pastorais e no serviço junto aos imigrantes que ali procuram refúgio, pois, das suas terras natal, fogem da fome, do desemprego e da guerra. Ao final desta experiência, a fraternidade e o conselho da Custódia aprovaram meu pedido para a Profissão Perpétua.

Atualmente vivo na Fraternidade do Sagrado Coração de Jesus, em Bebedouro/SP, junto com os confrades, Frei Nivaldo, OFM e Frei Valmir, OFM, prestando os serviços pastorais junto do povo de Deus, na Assistência Espiritual da OFS e JUFRA, colaborando como vice-coordenador da Equipe de Comunicação. Faço parte da equipe do SAV (Serviço de Animação Vocacional) de nossa Custódia, serviço de acompanhamento aos jovens que sentem o chamado de Deus para a vida religiosa, também na Missão e Evangelização e por fim, no Serviço de Justiça, Paz e Integridade de Criação (JPIC).

Equipe de Comunicação – O que o Frei Suelton está pedindo a Igreja e a sua Fraternidade Franciscana é a Profissão Solene. Explique-nos um pouco sobre isso e qual o sentido dela para o Frade Menor?

Frei Suelton, OFM – A Profissão definitiva dos três votos (obediência, sem nada de próprio e castidade) significam, para o Frade Menor, a dedicação “totalmente a Deus, o Sumo bem, vivendo o Evangelho na Igreja segundo a forma observada e Proposta por São Francisco. Os seguidores de São Francisco, os irmãos, são obrigados a levar uma vida radicalmente evangélica, isto é: viver em Espírito de oração e devoção e em comunhão fraterna; dar um testemunho de penitência e minoridade; anunciar o Evangelho ao mundo inteiro em espírito de caridade com o povo; pregar por obras a reconciliação, a paz e a Justiça; e mostrar o respeito pela criação.” (CCGG). Com esse ideal de vida, eu, depois de sete anos de formação inicial na Ordem dos Frades Menores, na livre escolha e vontade, desejo confirmar o chamado de Deus em minha vida para servi-Lo, bem como servir a igreja e o povo que a nós frades são confiados para animá-los na fé e missão.

Nesse sentido de uma busca mais radical, todo frade é chamado a viver a mesma experiência do Pai Seráfico São Francisco de Assis e, com ele, escolhi e abracei viver seu ideal, e como lema da minha Profissão, faço ressoar suas mesmas palavras: “O Altíssimo mesmo me revelou que eu deveria viver segundo a Forma do Santo Evangelho” (Testamento de São Francisco, vv. 14). Nessa inspiração franciscana, vou tentando a cada dia configurar minha vida nesse projeto que se faz para mim Regra e Vida.

Equipe de Comunicação – Qual sentido de fé e a relação da Igreja em sua vida?

Frei Suelton, OFM – Sou muito convencido pelas palavras da Primeira Carta de São João que diz: “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?” e também nas palavras de São Tiago em sua Epístola: “Mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.”  São esses princípios que me impulsionam cada dia mais acreditar no Deus da Vida, no “Deus que é Pai e também é Mãe” (como dizia Papa João Paulo I – Papa Sorriso), nesse Deus Uno e Trino que tende misericórdia de nós e a doa cotidianamente a todos e todas, sem distinção de cor, raça, fé e classe social. É essa a fé que cultivo em meu ser e não quero perde-la, mas cultiva-la com estimulo, sabedoria e humildade.

Se antes não cultivo essa fé, como vou acreditar numa relação concreta desse Deus em minha comunidade de fé, de Igreja, de religioso? É por isso que acredito numa Igreja que se coloca como um dos instrumentos do projeto de Deus que vem sempre a se revelar. Ele se mostra e opera suas maravilhas onde quer, e eu enquanto igreja e uma partícula participante da Sua missão, me coloco e busco estar sempre em construção e em participação ativa na Sua obra, essa que não tem limite e nem é seletiva, mas acolhe a todos e todas.

Acredito também na Igreja em sua restauração após o Concilio Vaticano II, que abriu portas e janelas para deixar que o Espírito possa agir com total liberdade, porque seus membros o permitiram para que fossemos mais atentos aos sinais dos tempos e do seu povo; e do Papa Francisco, o que falar desse homem extraordinário, sensível a tudo e todos. Ele que nos coloca em constante reflexão e nos incita a agir com verdade e com amor, para uma Igreja libertadora, pobre e para os pobres, missionária em saída nas periferias existenciais, sem medo e sem limites para se abrir ao novo e ao outro.

Equipe de Comunicação – Estamos atravessando e acompanhando um tempo difícil de pandemia, guerra, fome, preconceitos e divergências políticas, o que o Frei João de modo geral, tem refletido sobre esses temas e nos deixa como mensagem ao abraçar por toda a vida o Evangelho como regra?

Frei Suelton, OFM – É muito delicado tratar desses assuntos, pois são acontecimentos existentes em todas as gerações passadas e atual nos seus mais diversos contextos. E sabemos que sempre é culpa humana, pois recursos temos, condições não nos faltam, mas a ambição egoísta do HOMEM sempre foi e está presente. Basta lermos, não só a história da humanidade, mas também nossa própria Bíblia e ver do Gêneses ao Apocalipse os horrores e terrores humanos, mas não esqueçamos da presença cotidiana de Deus que em sua sabedoria e amor mostra ao seu povo maneiras e modos de agir para o bem de TODOS, e é aí onde busco a fonte de luz.

Em Jesus Cristo, esse AMOR se torna mais concreto ainda. Nele novo mundo nasceu, com Ele e N’Ele temos uma visão de mundo. Acredito que sua referência humana é a única possível já vivida neste universo. É com Ele que temos que aprender, que temos que buscar fundamentos para saírmos dessas e de outras situações que são difíceis e desumanas.

Jesus é Deus, mas também é humano, ou melhor, quis se tornar um de nós e com isso nós apresenta um olhar misericordioso, de afeto, cuidado, de cura e de libertação. Ele nos ensina: “Se, portanto, levares a tua oferenda ao altar, te lembrares de que teu irmão tem algo contra ti, deixa a tua oferenda lá diante do altar, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão e, então, volta para apresentar a tua oferenda” (Mt) e “Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei” (Jo). As relações humanas com afeto e empatia são os antídotos para sanar de vez a guerra, fome, preconceitos, divergências políticas e etc. E se o exemplo de Cristo fosse de fato exercido, não estaríamos em tantas e tamanhas calamidades.

Equipe de Comunicação – O que diria para um jovem que deseja ingressar na Vida Religiosa hoje?

Frei Suelton, OFM – Para finalizar e deixar uma mensagem final, em sua pregação quaresmal desse ano, Frei Raniero Cantalamessa, OFMCap. (Cardeal pregador da Casa Pontifícia no Vaticano) trouxe-nos uma reflexão aprofundada sobre a espiritualidade do Corpo de Cristo. O Frei traz nos dois últimos pontos da reflexão a importância da Comunhão com Cristo, que ultrapassa o além de comer o pão, mas na “Comunhão física uns com os outros” e a “Comunhão com os Pobres”.

Trago esses pontos para percebermos que verdadeiramente é um possível caminho para o bem comum: 1)  Aquele que disse sobre o pão: “Isto é o meu corpo”, disse também sobre o pobre. Disse-o quando, falando do que tiver sido feito para o faminto, o sedento, o preso e o nu, declarou solenemente: “Foi a mim que o fizestes!”. É como dizer: “Estava com fome, com sede, eu era o forasteiro, o doente, o prisioneiro” (cf. Mt 25, 35). Já recordei outras vezes o momento em que esta verdade quase explodiu dentro de mim. Eu estava em missão em um país muito pobre. Caminhando pelas ruas da capital, eu via por todo lado crianças cobertas por farrapos sujos, que corriam atrás do caminhão de lixo para procurar algo para comer. Em um certo momento, era como se Jesus me dissesse interiormente: “Olha bem: aquilo é o meu corpo!”; 2) A irmã do grande filósofo cristão Blaise Pascal relata o seguinte fato sobre seu irmão. Em sua última enfermidade, não conseguia reter nada do que comia e, por isso, não lhe permitiram receber o viático, que pedia insistentemente. Então disse: “Se não podem me dar a Eucaristia, deixem pelo menos que entre um pobre em meu quarto. Se não posso comungar a Cabeça, quero ao menos comungar com o seu corpo”; Concluo com uma pequena história que li em algum lugar. Um homem vê uma menina desnutrida, descalça e tremendo de frio, e brada a Deus, quase com raiva: “Ó Deus, por que não fazes algo por aquela menina?”. Deus lhe responde: “Claro que fiz algo por aquela menina: eu te fiz!


CONVITE


Agradecidos a Deus pelo vida deste irmão, desejamos perseverança em sua vida e vocação. Que Deus, por intercessão de São Francisco e Santa Clara, ajude o Frei Suelton cotidianamente em vosso trabalho e missão.

Equipe de Comunicação

Teresina/PI se prepara para acolher o Tríduo Vocacional em ação de graças pela Profissão Solene de Frei João Paulo, OFM

Frei João Paulo Gabriel Mendes de Moraes, OFM proferindo os seus agradecimentos, no dia de sua Profissão Solene (23/04/22), em Olímpia/SP

Acontecerá nos próximos dias 26, 27 e 28 de maio, o “Tríduo Vocacional” em ação de graças pela Profissão Solene de Frei João Paulo Gabriel Mendes de Moraes, OFM, junto de seus amigos e familiares na cidade de Teresina/PI, sua cidade natal.

O Tríduo Vocacional tem o objetivo animar a comunidade paroquial, destacando a importância de rezar pelas vocação, enfatizando a vocação deste jovem, que dali saiu para servir a Igreja.

Nesse caso, Frei João Paulo, OFM escolheu as duas paróquias que tiveram peso em sua caminhada vocacional: a Paróquia São Raimundo Nonato, de administração dos frades franciscanos (Província Franciscana da Assunção de Nossa Senhora – com sede em Bacabal/MA), onde iniciou sua caminhada eclesial nos grupos de acólitos e jovens; e também a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, administrada pelos padres diocesanos da Arquidiocese de Teresina/PI, local em que continuou sua caminhada nos grupos de EJC (Encontro de Jovens com Cristo) e GERAR (Geração de Adoradores ao Rei).

Na oportunidade, sua família e amigos também estão organizando este momento para que possam se alegrar com o Professo, uma vez que sua Profissão Solene se realizou em Olímpia/SP, no último dia 23 de abril, impossibilitando que muitos estivessem presentes, devido a distância.

As paróquias citadas se alegram com a vocação de Frei João Paulo, OFM e esperam, com muita expectativa, os frades de nossa Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus (SP e MG), para celebrarem junto da nova família do Professo.

Após o Tríduo, os frades seguirão para Campina Grande/PB, onde iniciará o “Tríduo Vocacional” em preparação da Profissão Solene de Frei Suelton Costa de Oliveira, OFM nos dias 31/05 a 02/06, culminando com a Celebração Eucarística da Profissão Solene no dia 03 de junho. Ambos são frades de turma e fizeram o noviciado no ano de 2016, em Catalão/GO.

Que as bênçãos de Deus recaiam sobre estes nossos irmãos, amigos e familiares!

A nossa Fraternidade Custodial se alegra com o sim desses dois irmãos.

Fraternalmente,

Equipe de Comunicação


CONVITE (Programação)


Reveja a Profissão Solene de Frei João Paulo, OFM e também sua entrevista para a nossa Equipe de Comunicação

Semana Laudato si’, novos estilos de vida para responder ao grito da terra

A Semana Laudato si’ está de volta, apresentando eventos com ressonância global, regional e local, cada um vinculado a um objetivo particular da encíclica Laudato si’ e dos sete setores da Plataforma de Iniciativas Laudato si’. Todos eles serão focados no conceito de ecologia integral. Espera-se a participação de centenas de milhares de católicos para intensificar os esforços da Plataforma de Iniciativas: este é um novo instrumento que permite as instituições, as comunidades e as famílias de implementarem plenamente o Documento do Papa.

Biodiversidade, conflitos, crises climáticas, acolhida dos pobres

Entre os tópicos principais que serão explorados estão: como os católicos podem combater o colapso da biodiversidade; o papel dos combustíveis fósseis nos conflitos e na crise climática; como todos os cidadãos podem acolher os pobres na nossa vida diária. Entre os encontros programados, há um centralizado na possibilidade de dar força às vozes indígenas que terá a participação da Irmã Alessandra Smerilli, Secretária do mesmo Dicastério.

O programa: foco em aumentar a força das vozes indígenas

“Resposta ao Grito da Terra” é o tema da segunda-feira, 23 de maio, com um evento que será transmitido ao vivo da Universidade Católica Australiana de Roma. O tema será como reequilibrar os sistemas sociais com a natureza e contará com a participação do Padre Joshtrom Kureethadam: a sua contribuição será importante para dar força às vozes indígenas em vista da conferência da ONU sobre biodiversidade que será realizada este ano. O tema do dia seguinte será “Apoiar a ECO-mmunity: Acolher os pobres”. A quarta-feira será dedicada à economia ecológica, analisada sob o aspecto dos combustíveis fósseis, da violência e da crise climática. Enquanto que na quinta-feira 26, o tema será a adoção de estilos de vida sustentáveis: investimentos coerentes com a fé. Na sexta-feira à tarde terá a pré-estreia de um documentário sobre a “Laudato si”. No sábado à noite, será aprofundado o âmbito da espiritualidade ecológica. Por fim, no domingo 29 de maio será concluído com o tema da resiliência e empoderamento da comunidade como parte do caminho sinodal. Para as 15h deste dia conclusivo está previsto um encontro de oração.

Oradores internacionais

Os outros palestrantes serão: Theresa Ardler, Oficial de Ligação da Pesquisa Indígena na Universidade Católica Australiana, diretora e proprietária da Gweagal Cultural Connections; Vandana Shiva, fundadora da Navdanya Research Foundation for Science, Technology and Ecology na Índia e presidente da Navdanya International; Angela Manno, artista premiada; Greg Asner, diretor do ASU Centre for Global Conservation Discovery and Science.

O programa completo da Semana Laudato si’ Week – está disponível no link LaudatoSiWeek.org – e inclui eventos em Uganda, Itália, Irlanda, Brasil e Filipinas e – com exceção do documentário – será transmitido nos canais Facebook e YouTube do Movimento Laudato si’.

Fonte: Vatican News

SAV: Fraternidade, minoridade, oração e alegria, marcam o Iº Encontro Vocacional Franciscano, em Marília/SP

“E depois que o Senhor me deu irmãos ninguém me mostrou o que eu deveria fazer, mas o Altíssimo mesmo me revelou que eu devia viver segundo a forma do santo Evangelho.” (Testamento de São Francisco – 1226)

Aconteceu neste final de semana (20 a 22 de maio), na Fraternidade Nossa Senhora de Fátima, em Marília/SP, o 1º Encontro Vocacional Franciscano deste ano. O mesmo contou com a presença assídua de 10 jovens, dos frades do SAV (Serviço de Animação Vocacional), com a ajuda e colaboração dos frades da fraternidade local, e dos aspirantes.

Estes jovens que participaram do Encontro Vocacional vieram de várias regiões onde nossa Custódia se faz presente no serviço de evangelização e missão, a saber: Regional Triângulo Mineiro; Regional Nordeste; Regional Norte e Regional Centro Oeste. Destarte, fora um momento singular na vida de cada um que participou, pois fora uma oportunidade de melhor discernir o chamado do Senhor em sua caminhada e na busca de viver o Evangelho a modo de São Francisco de Assis. 

O encontro tem como eixo norteador fomentar reflexões sobre a vida vocacional segundo os ensinamentos de São Francisco e é destinado àqueles que sentem um chamado maior de Deus para perfazerem seu caminho numa vontade de aprofundar a sua caminhada na fé. E tem como objetivo levar o jovem vocacionado a adentrar e vivenciar a experiência do carisma franciscano na vida em fraternidade, de oração, de partilha e acima de tudo, um pouco de conhecimento da Ordem dos Frades Menores.

O encontro teve uma programação de intensas atividades, as quais envolveram os jovens na realidade de nosso carisma. Portanto, teve já início no dia 20 (sexta-feira), onde a fraternidade local e a equipe dos frades que compõe o SAV acolheram os vocacionados num fraterno convívio servindo um delicioso jantar e em seguida um momento de espiritualidade muito bem preparado pelos aspirantes. 

Frades, Aspirantes e Vocacionados com as Irmãs Clarissas do Mosteiro Maria Imaculada de Marília/SP

Já no dia 21 (sábado) esses jovens tiveram a alegria de poderem celebrar a eucaristia, conhecerem e dialogarem com as nossas irmãs Clarissas, pertencentes à segunda Ordem que nosso Pai Seráfico fundou juntamente com Santa Clara de Assis, momento este de grande valia para entendermos a completude e riqueza que há em nosso carisma franciscano espalhado por todo mundo.

Dando sequência às atividades realizadas deste dia, tivemos ainda um café da manhã no Bosque Municipal Rangel Pietraroia da cidade de Marília/SP, e os vocacionados foram interpelados e exortados por uma formação acerca do Testamento de São Francisco assessorada por Frei Everton Piôtto, OFM, então vigário do Santuário de Nossa Senhora Aparecida da cidade de Olímpia/SP.

À tarde foram realizados serviços à fraternidade local, onde cada um pode doar um pouco de si no trabalho e cuidado com a Casa Comum, após tivemos esporte e a noite, rezamos a Coroa Franciscana meditando os mistérios das Alegrias de Nossa Senhora e finalizamos nos confraternizando no recreio fraterno. O encontro encerrou-se no dia 22 (Domingo), onde rezamos o Ofício Divino das Comunidades e celebramos a eucaristia, e posterior almoçamos. 

Entretanto, durante estes dias, os vocacionados foram convidados a refletir sobre o encontro consigo mesmo e com os irmãos, o encontro de São Francisco com o Crucificado, o encontro de São Francisco com o leproso e o encontro com Clara de Assis.

Enfim, o Senhor necessita de operários para messe, pois a messe é grande e os operários são poucos (cf. Lc 10,1-9). E rogamos ao Senhor que caminha sobre as águas que envie discípulos missionários para tua Igreja e para a Ordem, e acima de tudo dê perseverança aos que estão neste caminho como Frades Menores, para que leve ao mundo e por onde estiver o carisma franciscano na alegria e no amor. Contamos com suas orações pelas vocações franciscanas. Paz e Bem!

Fraternalmente,

Frei Vinícius Alves de Oliveira, OFM

Morre, em Belo Horizonte/MG, o Pe. Johan Konings, um dos tradutores da versão oficial da Bíblia lançada pela CNBB

Faleceu neste sábado, 21 de maio, às 16h, em Belo Horizonte (MG), em decorrência de um aneurisma cerebral, o padre jesuíta Johan Konings, filósofo, filólogo e doutor em Teologia pela Universidade Católica de Lovaina (Bélgica). Ele era professor titular da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia – FAJE e autor de vários livros. Padre Johan encontrava-se internado, desde ontem, no hospital Madre Tereza, na capital mineira.

O velório será realizado no domingo, 22, a partir das 8 horas, no auditório Dom Luciano Mendes de Almeida, da FAJE (Av. Dr. Cristiano Guimarães, 2127, bairro Planalto, Belo Horizonte). Às 13 horas, haverá um momento de oração e, às 15 horas, celebração da Eucaristia. O sepultamento será no Cemitério Parque Bosque da Esperança, às 16:30.

O trabalho de tradução, que levou 11 anos, foi oficialmente lançado no dia 21 de novembro de 2018, durante a reunião do Conselho Permanente da CNBB, em Brasília (DF).Natural da Bélgica e radicado no Brasil desde 1972, padre Johan Konings foi membro da equipe, composta pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que se dedicou à coordenação de Tradução e Revisão oficial da Bíblia que é referência para a Igreja no Brasil.

Padre Johan Konings, o segundo da dir. para a esq., participa do lançamento da Bíblia traduzida pela CNBB em 21 de novembro de 2018, na sede da entidade em Brasília-DF | Fotos: Ascom CNBB

Ele também participou como perito na XII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, em Roma, em 2008, com o tema “A Palavra de Deus na Vida e na Missão da Igreja”.

O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, padre Jânison de Sá  afirmou que a Igreja do Brasil perde um grande biblista no dia de hoje. De acordo com o assessor da CNBB, padre Johan Konings era um apaixonado pela Palavra de Deus e se dedicou ao estudo da Bíblia procurando contagiar seus alunos no estudo e aprofundamento da Palavra e também nas assessorias e formações que realizava.

“Padre Johan Konings era um apaixonado pela Palavra de Deus e se dedicou ao estudo da Bíblia procurando contagiar seus alunos no estudo e aprofundamento da Palavra”, padre Jânison.

Padre Jânison destaca ainda que o professor trabalhou incansavelmente na tradução da Bíblia para a CNBB, buscando uma linguagem litúrgico-catequética acessível aos catequistas, catequizandos e a todo o povo de Deus. “Esta missão ele assumiu ainda no final dos anos noventa. Somos gratos ao padre Konings por uma vida doada a serviço da Palavra na ação evangelizadora de nossa Igreja”, expressou o assessor da CNBB.

Johan Konings folheando, pela primeira vez, a edição da Bíblia da CNBB na qual trabalhou incansavelmente na tradução | Foto: Ascom CNBB

Uma vida dedicada à Palavra

Nascido na Bélgica em 1941, possui licenciatura em Filosofia (1961) e Filologia Bíblica (1967). Doutorou-se em Teologia (1977), pela Katholieke Universiteit Leuven. Depois de sua chegada ao Brasil, em 1972, lecionou, no campo da Teologia e da Exegese Bíblica, em Porto Alegre (PUCRS) e no Rio de Janeiro (PUCRJ), até tornar-se, desde 1986, professor de Novo Testamento na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) em Belo Horizonte-MG, que em 2011 lhe conferiu o título de Professor Emérito.

Dedicou-se principalmente à exegese dos Evangelhos, especialmente ao de João, e à hermenêutica e tradução da Bíblia. Foi organizador da Tradução Ecumênica da Bíblia (1994) e da tradução do Compêndio dos símbolos, definições e declarações de fé e moral (Denzinger-Hünermann), primeira edição (2007) e segunda edição atualizada em 2013. Era membro da Society of New Testament Studies (SNTS) e da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (ABIB).

Fonte: CNBB

6º Domingo da Páscoa: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e o meu Pai o amará, e nós viremos e faremos nele a nossa morada!”

LEITURAS: At 15,1-2.22-29 / Sl 66 / Ap 21,10-14.22-23 / Jo 14,23-29

O amor verdadeiro a Jesus está vinculado à observância de sua Palavra, do seu Evangelho. Para São João, Jesus é a Palavra do Pai que se encarnou e “fala” com sua vida, seu ensinamento e suas ações. Observar a Palavra de Jesus será o sinal mais autêntico do amor por Ele. É confortante, maravilhoso saber que através do amor a Jesus chegamos ao Pai, pois Ele é o caminho que nos leva ao Pai. Ainda mais confortante é saber que quem ama, observa a Palavra de Jesus, torna-se morada de Deus: “viremos e faremos nele a nossa morada”. Esta é uma referência clara do Espírito Santo “que o Pai enviará”. Que dignidade Deus nos concede!

São João coloca este ensinamento de Jesus no contexto de sua despedida, quando Ele estava reunido com os discípulos para a última ceia. Antes de deixar o seu mandamento, que é o mandamento do amor, Jesus lavou os pés dos discípulos num gesto concreto que indica amor verdadeiro. Ao mesmo tempo Ele anuncia que deve ser traído, preso, morto. Os discípulos estão meio confusos. Aí ele anuncia: “A minha paz vos dou”. No idioma de Jesus “paz” significa vida em abundância, saúde, gosto pela vida, serenidade, paz interior e exterior. É uma expressão que indica a salvação messiânica quando o Deus da vida está com o seu povo para derrotar todos os mecanismos de morte e ameaças contra vida e a dignidade humana.

Os discípulos entenderam bem este ensinamento somente mais tarde e tiveram que aprender durante a missão que o Espírito Santo está guiando a Igreja. Por isso, vemos na primeira leitura que tiveram que reunir-se para decidir sobre a acolhida dos irmãos que não eram judeus. Entenderam que deveriam deixar as tradições e exigências do judaísmo daquele tempo para abraçar o Evangelho de Jesus. E ainda mais porque o Espírito Santo era enviado a todos, judeus e estrangeiros considerados pagãos. Somente assim abriram-se os horizontes dos discípulos até o autor do Apocalipse anunciar a sua visão da Igreja como “Nova Jerusalém” com doze colunas e doze portas. As colunas representam os Apóstolos que deveriam anunciar Jesus e seu Evangelho para todos os povos. As portas em todas as direções indicam a abertura da Igreja para todos os povos.

Hoje os cristãos todos são chamados a observar a Palavra e a colocar-se a serviço dentro das sociedades para que as pessoas, morada de Deus, possam ser mais respeitadas e possam viver em paz.

Frei Valmir Ramos, OFM

Caderno “Encantar a Política” oferece reflexões sobre a política como expressão da caridade em vista das eleições 2022

Um conjunto de organismos da Igreja no Brasil, entre os quais as Comissões Episcopais Pastorais para o Laicato e para a Ação Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lançaram o caderno “Encantar a Política”.

O projeto retoma questões centrais das encíclicas do Papa Francisco – Laudato SíFratelli Tutti e da exortação pós-sinodal Evangelii Gaudium, que tratam, entre outros temas, da alegria do Evangelho, do cuidado com a casa comum (meio ambiente) e abordam a Política como decorrência ética do mandamento do amor.

A publicação está organizada em cinco capítulos: a) A universalidade do Amor Cristão; b) A amizade social e a ética na política; c) As grandes causas do Evangelho; d) Cuidar da Casa Comum; e d) 2022 – Eleições e Democracia.



Cidadania eclesial e civil

Na apresentação da publicação, o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, afirma que a publicação é fruto de uma oferta que marca o sentido do protagonismo dos cristãos leigos e leigas, pela propriedade de sua cidadania eclesial, qualificando e contribuindo com a sua cidadania civil.

Trata-se, segundo o presidente da CNBB, de mais uma possibilidade formativa enquanto contribuição importante no âmbito da educação política cidadã, pela verdade na política, reunindo densas lições de nosso amado Papa Francisco, para inspirar estudos, reflexões e atitudes que tenham no horizonte este propósito: ajudar cada pessoa a se reconhecer importante, essencial, na edificação de um mundo com as feições do Reino de Deus, todos à procura dele em plenitude.

O presidente da CNBB defende que “nenhum cristão pode permanecer alheio à tarefa de contribuir para que  a sociedade se torne mais justa, solidária e fraterna: é compromisso de fé dedicar atenção à política, buscando resgatar a sua nobre vocação – singular expressão da caridade”.

A quem se destina

O caderno “Encantar a Política” é fruto do trabalho de uma rede de organizações, serviços, pastorais sociais e organismos da Igreja, Rede Brasileira de Fé e Política, e quer abrir os horizontes da Boa Política para mais gente da Igreja.

É voltado especialmente a pessoas atuantes nas comunidades e paróquias, como animadoras e animadores de celebrações, catequistas, ministras e ministros da Palavra, participantes de grupos e movimentos, e agentes de pastoral em geral.

Fonte: CNBB

13 de maio: Um misto de emoção, afeto e veneração pela padroeira, fiéis de Uberlândia/MG celebram seu dia e festejam em comunidade

Retomamos na Paróquia Nossa Sra. de Fátima de Uberlândia/MG, neste mês de maio, a tradição das festividades em louvor à nossa padroeira, buscando resgatar e alimentar a esperança de novos tempos para os todos fiéis.

Além de toda a a preparação, no dia 13, dia da solenidade, houve a Celebração eucarística em três horários, sendo todos eles bem participado. As missas foram presididas pelo nosso pároco, Frei Joaquim Camilo Alves, OFM e nosso vigário paroquial, Frei Leandro José Sanches, OFM.

Na última celebração do dia, aconteceu a coroação de Nossa Sra. de Fátima, contando com a participação das bailarinas do projeto de aulas de ballet de nossa paróquia, além de todo o povo de Deus reunido para vivenciar este momento.

Também mencionamos que durante todo o mês de maio, está acontecendo aos finais de semana, a tradicional festa/quermesse de nossa paróquia. Os frades e toda a comunidade se alegra por retomar esta linda oportunidade de reunir a comunidade, vivenciar este momento ímpar na história de nossa paróquia.

A quermesse conta com barraquinhas para a venda de comidas típicas, bem como apresentação do Grupo de Seresta “Amigos para Sempre da Paróquia”. As festividades continuarão até o último final de semana deste mês (maio).

Rogamos a Virgem de Fátima que olhe por nossa comunidade, bem como por todo o povo de Deus, para que possam sempre perseverar no serviço e no amor, como o próprio Cristo nos ensinou.

Fraternalmente,

Luciana Parreira Santos (PASCOM – Uberlândia/MG)

13 de maio: Fiéis celebram com fé e devoção a solenidade da padroeira em Marília/SP

Durante os dias 04 e 13 de maio, a Fraternidade Franciscana e fiéis da Paróquia Nossa Sra. de Fátima de Marília/SP, estiveram empenhados em vivenciar a solenidade de sua padroeira, celebrada no último dia 13.

É uma devoção vinda de Fátima/Portugal, com mais de 100 anos de história, com a aparição aos pastorinhos. Repleta de devoção, também foi celebrada com muito fé em nossa paróquia, localizada no bairro Fragata, em Marília/SP.

Foram dias intensos e contou com a presença de frades e padres para colaborar nos festejos. A cada dia uma temática, a saber:

  • 1º DIA: “Eu sou o pão da vida!” (Jo 6, 35)
  • 2º DIA: “Todos serão discípulos de Deus!” (Jo 6, 45)
  • 3º DIA: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem vida eterna!” (Jo 6, 54)
  • 4º DIA: “A quem iremos Senhor? Tu tens palavras de vida eterna!” (Jo 6, 68)
  • 5º DIA: “Eu e o Pai somos um!” (Jo 10, 30)
  • 6º DIA: “Eu vim para que tenham vida e tenham em abundância!” (Jo 10, 10)
  • 7º DIA: “As obras que eu faço em nome do meu Pai dão testemunho de mim” (Jo 10, 25)
  • 8º DIA: “Eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo” (Jo 12, 47)
  • 9º DIA: “Quem recebe aquele que eu enviar, recebe a mim!” (Jo 13, 20)

Começamos por rezar o Santo Terço durante os nove dias de novena, antes da celebração eucarística, motivados a rezar como Nossa Senhora havia pedido aos pastorinhos, contendo uma reflexão em cada mistério e no final do terço, a Missa com a temática proposta. Houve também um arco para as preces dos fiéis.

No dia 13, dia da padroeira, logo pela manhã tivemos a Santa Missa às 7h. Às 10h ocorreu a carreata com a imagem de Nossa Senhora de Fátima, abençoando os hospitais e a Comunidade Santa Clara; e no final teve a bênção dos carros. Ao meio dia, houve a oração do Santo Terço e às 15h, a celebração eucarística dedicada aos enfermos.

À noite realizamos a procissão luminosa, saindo da praça em frente ao Colégio Integração e caminhamos até a paróquia. Terminada a celebração solene de Nossa Sra. de Fátima, aconteceu a Festa em louvor a Padroeira, com venda de comidas, bebidas; carregadas de alegria e fraternidade.

Rogamos a Virgem de Fátima que olhe por nossa comunidade, bem como por todo o povo de Deus, para que possam sempre perseverar no serviço e no amor, como o próprio Cristo nos ensinou.

Frei Paulo Henrique Castro Souza, OFM