Paróquia Nossa Sra. Aparecida de Olímpia/SP é elevada a Santuário Diocesano no dia de sua padroeira

Imagem (Fonte): PASCOM – Olímpia/SP

Muita fé e devoção marcaram ontem (12), a Elevação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida a Santuário Diocesano. A elevação reuniu muitos fiéis ao longo do dia, onde puderam vivenciar sua devoção a Mãe Aparecida.

As festividades teve início com a missa da alvorada as 0h, celebrada por Frei Lucas Lisi Rodrigues, OFM, pároco da Igreja e agora reitor do Santuário. Ao longo do dia, outras oito celebrações foram realizadas. As 19h30 aconteceu a missa de Elevação, sendo presidida pelo Bispo Diocesano de Barretos/SP, Dom Milton Kenan Junior, que agradeceu a conquista, enfatizando o trabalho incansável de evangelização e ações sociais dos frades franciscanos junto à comunidade paroquial.

Imagem (Fonte): PASCOM – Olímpia/SP

As 6h mais de 300 ciclistas, reunidos na frente do Convento São Boaventura, participaram do 2º Pedal da Fé. Os ciclistas pedalaram até o bairro de Álvora, retornando para a praça da Matriz onde foram recebidos e abençoados. As 8h aconteceu também a 2ª Cavalgada da fé. O trajeto que reuniu 100 cavaleiros, saiu do Matadouro, percorrendo as ruas da cidade e chegando ao Santuário em ritmo de oração. As 13h houve também a carreata pela cidade e benção de veículos.

Do lado externo da Igreja, os fiéis encontravam várias formas para agradecer e manifestar sua fé. Cantinho da Promessa, Arco da Fé, Velário, Fitário, apresentação de teatros, coreografia do Hino do Santuário foram alguns dos destaques para os devotos. Foram montadas barracas para bençãos e confissões, onde os Freis realizaram atendimento ao longo de todo o dia. As missas foram transmitidas por telões na praça da igreja e pelas redes sociais do Santuário.

O Prefeito da Estância Turística de Olímpia, Fernando Cunha, devoto de Nossa Senhora Aparecida, participou da cerimônia que marca o Turismo Religioso na cidade. O ato de descerramento da placa de elevação, colocada no interior da igreja, contou com participação do Prefeito Fernando Cunha, do Bispo Diocesano Dom Milton, do Reitor do Santuário Frei Lucas e do Custódio, Frei Fernando.

Imagem (Fonte): PASCOM – Olímpia/SP

Como comunidade, somos gratos a Deus pela graça que recebemos: ver a Igrejinha se tornar um Santuário! Que a Virgem Aparecida continue nos fortalecendo e ajudando neste caminhada de cristão. 

PASCOM – Olímpia/SP

Paróquia Nossa Sra. Aparecida de Olímpia/SP será elevada a Santuário Diocesano na noite de hoje

Imagem (Fonte): PASCOM – Olímpia/SP

Na noite de hoje (12), dia de Nossa Senhora Aparecida (Padroeira do Brasil), a nossa Custódia se rejubila com a Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Olímpia/SP, pois a mesma será elevada a Santuário Diocesano.

Presidida pelo Bispo Diocesano de Barretos/SP, Dom Milton Kenan Júnior, a celebração acontecerá às 19h30, contando com a presença de vários frades, religiosos, padres e todo o povo de Deus.

Imagem (Fonte): PASCOM – Olímpia/SP

Pertencente a Diocese de Barretos/SP e construída sobre o antigo cemitério da cidade, a paróquia foi fundada no ano de 1958 pelos Frades Franciscanos e é conhecida pelos moradores locais como “Igrejinha”.

Por estar situada em uma cidade turística, os visitantes são atraídos pela beleza e estética desta igreja, cujo formato é de uma cruz e que tem o seu presbitério e altar feito todo em mármore. Em suas paredes existem belas pinturas que também chamam a atenção dos turistas. Todas elas são obras do “Dakinho”, artista olimpiense.

Imagem (Fonte): Diário da Região

Em conversa com a nossa equipe de comunicação, o pároco e futuro reitor, Frei Lucas Lisi Rodrigues, OFM, apresentou um pouco da estrutura e programação deste dia festivo: “Mesmo que de maneira improvisada e ainda aprendendo, estamos criando um ambiente de santuário, onde os romeiros e filhos de Nossa Senhora já podem visitar, em especial a sala das promessas, o fitário e o velário. Durante todo o dia haverá missas e atendimento de confissões, bem como um momento de benção dos carros. Também acontecerá o 2º Pedal da Fé e a 2ª Cavalgada, dentre outros momentos para bem comemoramos o dia da Mãe Aparecida!”


Acompanhe a programação:

Imagem (Fonte): PASCOM – Olímpia/SP

Rogamos a Mãe Aparecida que interceda por todo o povo brasileiro, e neste dia em especial, por todos os olimpienses que logo mais, verão a amada “Igrejinha” ser elevada a Santuário Diocesano. Assim concluiu o frade: “O que hoje estamos vivenciando, é fruto de uma comunidade viva, fruto do trabalho de todo o povo de Deus. Que Deus abençoe a todos!”.

Fraternalmente,

Equipe de Comunicação


Conheça a música tema do “Santuário Nossa Senhora Aparecida” de Olímpia/SP

Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Olímpia/SP será elevada a Santuário Diocesano

Imagem aérea da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Olímpia/SP, pertencente a Diocese de Barretos/SP

A Matriz de Nossa Senhora Aparecida, fundada em Olímpia/SP em meados de 1940 e transformada em Paróquia em 1958, será elevada a Santuário Diocesano no próximo dia 12 de outubro.

O anúncio oficial aconteceu pelo Bispo Diocesano Dom Milton Kenan Júnior na última reunião do clero, após visita paroquial e aprovação do conselho de presbíteros.

A decisão de elevar a Igreja a Santuário é decorrente do incansável trabalho de evangelização, realizado pelos frades franciscanos que desde a vinda dos freis italianos a mais de 60 anos, comunicam e preparam com alegria e fé o povo de Deus.

Nos últimos três anos, o projeto se fortaleceu e Dom Milton solicitou aos frades que já fossem moldando a paróquia para ser um Santuário.

Para o pároco Frei Lucas Lisi Rodrigues, essa elevação é um marco no seu ministério sacerdotal. “Com a graça de Deus estou vivendo um momento marcante na vida de Olímpia e de nossa paróquia. Saber que como pároco, idealizei um sonho que foi concretizado desde a chegada dos primeiros freis em nossa cidade, é motivo de alegria.

Um sentimento de missão cumprida.”O novo Santuário será um sinal de esperança para o povo. Sinal de consolo, conforto, alegria e solidariedade fraterna. São muitos os fiéis que encontram na Mãe Aparecida inúmeros motivos de devoção e fé.

O local espera receber romeiros e devotos, que em peregrinações buscam no Santuário, pagamento de promessas, bençãos, celebrações, confissões e gestos de fé e caridade.

Conhecida carinhosamente como “Igrejinha”, a Paróquia foi erguida em terreno santo, no antigo cemitério da cidade. Admirada pela sua beleza, tem sua estrutura em formato de cruz, altar todo em mármore e pinturas nas paredes internas, feitas pelo artista olimpiense Dakinho, que ordena em sequência cronológica o projeto amoroso de Deus para a vida de Nossa Senhora Aparecida.

Hoje, a igreja se destaca pelo o amplo trabalho, pelas devoções, pelas missas diárias, pelos atendimentos sociais, por pastorais atuantes junto as missões populares.

Fonte: Diário de Olímpia/SP

Senhora Aparecida, 90 anos de padroeira

Dom Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist. com a imagem de Nossa Senhora Aparecida

Dom Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)

No dia 31 de maio, quando a Igreja celebra a festa litúrgica da visitação de Maria a sua prima Isabel, a Arquidiocese do Rio de Janeiro faz memória e celebra com júbilo os 90 anos da proclamação de Nossa Senhora da Conceição Aparecida como padroeira do Brasil, decretada pelo Papa Pio XI no ano anterior a pedido dos arcebispos e bispos brasileiros, junto com o reitor do Santuário de Aparecida e coordenados pelo Cardeal Sebastião Leme, nosso antecessor.

Neste mês de maio em que o Papa nos pediu para rezarmos pelo fim da pandemia, e também aqui no Rio rezamos pela paz, queremos “coroar” Nossa Senhora como é nossa tradição fazê-lo sempre no final do mês de maio, com nossas orações e nossa gratidão.

Foto histórica da coroação

No dia 16 de julho de 1930, o Papa Pio XI assinou o decreto pontifício que declarou e proclamou Nossa Senhora da Conceição Aparecida Padroeira da Nação Brasileira. Diz o decreto: “Por motu proprio e por conhecimento certo e madura reflexão Nossa, na plenitude do Nosso poder apostólico, pelo teor das presentes letras, constituímos e declaramos a Beatíssima Virgem Maria concebida sem mancha, sob o título de Aparecida, Padroeira principal de todo o Brasil diante de Deus. Concedemos isto para promover o bem espiritual dos fiéis no Brasil e para aumentar cada vez mais a sua devoção à Imaculada Mãe de Deus.”

Por meio de reportagens, crônicas, fotografias e testemunhos, podemos contemplar as maravilhas que a imagem histórica, de cor negra, provocou quando em 1931 “apareceu” no Rio de Janeiro, vinda de trem, de Aparecida, de onde nunca tinha saído desde que foi encontrada pelos pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves, em outubro de 1717, no rio Paraíba do Sul. Saiu na noite anterior de Aparecia e o trem (com o “carro capela”) veio parando em todas as estações do trajeto para as homenagens.

Foto histórica da coroação

Nossa fé nos leva a acreditar que foi um momento em que o povo brasileiro experimentou a mesma alegria que teve Isabel quando ouviu a saudação de Maria, e semelhante a João Batista, também “saltou de alegria” no “ventre” do coração do Brasil, na época a capital da República. Recebida como a bendita entre as mulheres e os homens, foi um sinal explícito de que Deus continuava fazendo maravilhas.

Para ver a imagem da padroeira, mesmo que fosse de longe, a grande metrópole se transformou. As pessoas saíram de casa para se juntar com as que vieram de todas as partes do país. Enchiam ruas, praças e janelas. Na procissão, mais de 30 bispos, o clero, e a presença expressiva de membros de irmandades e associações religiosas. Também muitas autoridades, inclusive o presidente da época, Getúlio Vargas. Os sinos das igrejas repicavam, os aviões militares cruzavam os céus e o povo não cansava de dar vivas à padroeira. Os testemunhos afirmam que foi um dia luminoso, de emoções, uma antecipação da vida na eternidade.

No dia seguinte ao ato da proclamação, Dom Sebastião Leme escreveu (1): “Vi espraiar-se aos pés do altar de Aparecida a onda humana que na Esplanada se comprimia, mais do que nunca senti orgulho de minha fé, da minha pátria e da minha cidade”.

Na mesma mensagem, Dom Sebastião Leme afirmou que nenhuma cidade do mundo poderia apresentar tal espetáculo, marcada pela espontaneidade e  vibração de sua fé: “O Rio de Janeiro foi na aclamação de ontem a voz de toda a terra brasileira. Ato de fé, expressão de confiança, a procissão valeu como um plebiscito nacional, cujo voto proclamou Nossa Senhora da Conceição Aparecida não só como padroeira, mas ainda como Rainha do Brasil. E o voto do povo brasileiro foi tão unânime e ardoroso que explodiu nas chamas de um imenso e portentoso incêndio de corações”.

Foto histórica da coroação

Passados 90 anos, queremos fazer um percurso parecido da presença da imagem da padroeira entre nós. Ela veio de trem de Aparecida até a Estação D. Pedro II, hoje Central do Brasil, e percorreu as ruas da cidade em carro aberto. Agora, ao contrário, a réplica da imagem virá de carro, e irá fazer o percurso pelas ruas da cidade de VLT, um moderno veículo leve sobre trilhos. Na época, a padroeira veio conduzida pelo arcebispo de São Paulo, Dom Duarte Leopoldo e Silva, agora virá pelo atual arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes. Na época vieram os cônegos do cabido de São Paulo, agora virão alguns padres redentoristas, responsáveis pelo Santuário Nacional.

Em vista dos tempos de pandemia que estamos vivendo, que exige protocolos de segurança, sobretudo de distanciamento social, não será possível repetir o que foi realizado em 1931, como o congresso arquidiocesano, a procissão triunfal pelas ruas do centro da cidade, nem uma grande concentração, como aconteceu na Esplanada do Castelo.

Portanto, a programação será diferenciada e mais enxuta, porém acontecerá com o mesmo entusiasmo da primeira vez. No dia 31 de maio, na Igreja do Carmo, a Antiga Sé, no Centro, será cantado o Te Deum, às 16h; e na Igreja São Francisco de Paula (onde foi há 90 anos a solene missa de proclamação), também no Centro, acontecerá a inauguração da exposição de fotos, às 17h; a missa solene, às 18h, e a apresentação da Orquestra da ASMB (Ação Social pela Música no Brasil), às 19h30.

Foto histórica da coroação

Na época, estima-se que as homenagens à padroeira do Brasil no Rio de Janeiro reuniram mais de um milhão de pessoas. Hoje, a “Esplanada do Castelo” terá um número maior, incalculável, pois todos os momentos poderão ser acompanhados pela Rádio Catedral, WebTV Redentor e mídias da arquidiocese do Rio. A missa e o concerto também serão transmitidos pela TV Aparecida. Recomendamos que assistam ou ouçam pelos meios de comunicação esses eventos, pois a presença nos locais será controlada segundo os protocolos arquidiocesanos.

Junto com a ação de graças, queremos renovar os mesmos propósitos do nosso predecessor, Cardeal Sebastião Leme, colocando o povo brasileiro sob a maternal proteção da Mãe de Deus, um recurso seguro nas horas difíceis. Na época, havia os princípios da República que queria uma pátria sem Deus, e os perigos da Revolução de 1930 que provocavam discórdias e ameaçavam o futuro do Brasil.

Passa o tempo, mas os problemas e as necessidades continuam. Hoje, a Igreja continua sendo perseguida, de forma velada em alguns locais, e em outros de modo cruel e aberto, porém de forma sistemática, por defender valores como a vida, a família, o bem comum, a dignidade humana. Por outro lado, o povo sofre com a instabilidade política, a corrupção, a violência, o desemprego, ainda mais, nestes tempos de pandemia. Vivemos tempos de antagonismos e polarizações exageradas que dividem o nosso povo. A imagem encontrada quebrada foi recordada pelo Papa Francisco quando falou aos bispos do Brasil aqui no Rio de Janeiro, em 2013, como um sinal da importância da busca da unidade que tanto necessitamos: “Há aqui um ensinamento que Deus quer nos oferecer. Sua beleza refletida na Mãe, concebida sem pecado original, emerge da obscuridade do rio. Em Aparecida, logo desde o início, Deus dá uma mensagem de recomposição do que está fraturado, de compactação do que está dividido. Muros, abismos, distâncias ainda hoje existentes estão destinados a desaparecer. A Igreja não pode descurar esta lição: ser instrumento de reconciliação.”

Foto histórica da coroação

Ao conduzir o ato de proclamação de Nossa Senhora Aparecida como Rainha e Padroeira do Brasil, Dom Sebastião Leme preparou o povo para entronizar o Redentor no Corcovado, que aconteceu no dia 12 de outubro do mesmo ano. Não foi Maria que levou Jesus para consagrar seu precursor ainda no ventre de Isabel? Não foi ela quem antecipou a vida pública de Jesus nas Bodas de Caná?

Também nós, ao venerar a Virgem Maria, queremos aprofundar no mistério de Cristo o rosto humano de Deus que veio morar entre nós. Ele é a nossa vida, o sentido da nossa existência, a quem devemos buscar e dar testemunho de nossa fé. Maria sempre nos conduz a Jesus Cristo, pois essa sempre foi sua missão. Assim também hoje queremos pedir esse dom por intercessão da mãe: que Cristo seja sempre o centro de nossas vidas.

Assim como fez Dom Sebastião Leme na Esplanada do Castelo, peçamos a Nossa Senhora Aparecida, rainha e padroeira do Brasil, por todas as nossas intenções (2): 

Senhora Aparecida, o Brasil é vosso!

Rainha do Brasil, abençoai a nossa gente!

Tende compaixão do vosso povo!

Socorrei os pobres!

Consolai os aflitos!

Iluminai os que não têm fé!

Convertei os pecadores!

Curai os nossos enfermos!

Protegei as criancinhas!

Lembrai-vos dos nossos parentes e benfeitores!

Guiai a mocidade!

Guardai nossas famílias!

Visitais os encarcerados!

Norteai os navegantes!

Ajudai os operários!

Orientai o nosso Clero!

Assisti os nossos bispos!

Conservai o Santo Padre!

Defendei a Santa Igreja!

Esclarecei o nosso Governo!

Ouvi os que estão presentes!

Não vos esqueçais dos ausentes!

Paz ao nosso povo!

Tranquilidade para a nossa terra!

Prosperidade para o Brasil!

Salvação a nossa Pátria!

Senhora Aparecida, o Brasil vos ama, o Brasil em vós confia!

Senhora Aparecida, o Brasil tudo espera de vós!

Senhora Aparecida, o Brasil vos aclama!

Salve, Rainha! Amém!

Fonte: Vatican News


REFERÊNCIAS

(1) ALMANAQUE DE NOSSA SENHORA APARECIDA. Ecos Marianos. Aparecida: Santuário, 1932, p.55

(2) ALMANAQUE DE NOSSA SENHORA APARECIDA. Ecos Marianos. Aparecida: Santuário, 1932, p.31

Presidente da CNBB faz homenagem às mães, em ocasião do “Dia das Mães” comemorado no próximo domingo

O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, gravou um vídeo para homenagear as mães, pelo dia dedicado a elas e que é celebrado no próximo domingo, 9 de maio.

No vídeo, dom Walmor salienta que as mães são presença acolhedora, colo que ampara, mão que sustenta. “Do coração de cada mãe brota uma força imensurável que tudo suporta. Uma força sem limites, pois está alicerçada no amor. Esse amor materno ajuda-nos a compreender o amor de Deus que tudo faz para que nenhum de seus filhos seja perdido”, diz.

Dom Walmor cita, ainda, que a amorosa relação entre mãe e filho é inquebrável e que nem mesmo a morte pode apagar. “Por isso nesse momento de pandemia é uma travessia tão difícil. Lembro com especial carinho dos filhos enlutados, que experimenta as saudades de suas mães. Essa saudade é sinal de que a morte não separa mãe e filhos, o vínculo permanece”, afirma.

O presidente da CNBB reitera sua solidariedade às mães que suportam a dor da partida de um filho. “Peço que contemplem a amada mãe, Maria, Senhora da piedade, padroeira de Minas Gerais. Maria tem nos seus braços o filho totalmente ferido na cruz, mas não perde a esperança. O olhar de Maria revela a dor do coração de uma mãe que vê o filho morrer, mas ao mesmo tempo tem a luminosidade própria da fé”.

Dom Walmor pede, ainda, para que todas sejam confiantes a exemplo da Mãe Santíssima, Nossa Senhora da Piedade. “Um dia mães e filhos separados pela experiência da morte vão se encontrar, pois mesmo que estejam distantes uns dos outros ainda permanecem unidos pelo inquebrável vínculo do amor”.

“A você que é mãe, minha gratidão e reverência. Uno-me ao seu coração para abraçá-la e homenageá-la. Feliz e abençoada dia das mães! Maria, a Senhora da Piedade, mãe e Padroeira de Minas Gerais interceda por seus caminhos e sua família. Cristo Rei abençoe a sua família. Fraterno braço, com muita benção”, finaliza dom Walmor.

Fonte: CNBB

Basílica de Aparecida/SP é um dos 30 Santuários do Mundo que integrará a maratona de oração com o Papa Francisco pelo fim da pandemia

No dia 6 de maio a oração do Terço será diretamente do Santuário de Nossa Senhora Aparecida (Brasil)

Segundo o forte desejo do Santo Padre, o mês de maio será dedicado a uma “maratona” de oração para invocar o fim da pandemia, que aflige o mundo há mais de um ano, e para a retomada das atividades sociais e de trabalho. O Papa Francisco quis envolver todos os Santuários do mundo nesta iniciativa, para que se tornassem instrumentos para uma oração de toda a Igreja. A iniciativa está sendo realizada à luz da expressão bíblica: “De toda a Igreja subia incessantemente a oração a Deus” (At 12,5).

O Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, encarregado pelo Papa de organizar o evento, estendeu o convite a todos os Santuários do mundo, a fim de promover a difusão da iniciativa nas respectivas Regiões, de modo a chegar aos sacerdotes, às famílias e a todos os fiéis, convidando-os a unir-se a esta oração de intercessão e esperança à Santíssima Virgem. Com a oração do Terço, cada dia do mês é marcado por uma intenção de oração pelas diversas categorias de pessoas mais afetadas pelo drama da pandemia: por aqueles que não puderam se despedir de seus entes queridos, pelos profissionais da saúde, pelos pobres, pelos sem-teto e pelas pessoas com dificuldades econômicas e por todos os falecidos… estas são algumas das intenções que marcarão a oração a Nossa Senhora.

Pelo fim da pandemia e retomada da vida

Cada Santuário do mundo é convidado a rezar na maneira e na linguagem em que a tradição local se expressa, a invocar a retomada da vida social, do trabalho e das muitas atividades humanas que foram suspensas durante a pandemia. Este chamado comunitário procura realizar uma oração contínua, distribuída pelos meridianos do mundo, que se eleva incessantemente de toda a Igreja ao Pai através da intercessão da Virgem Maria. Por esta razão, os Santuários são chamados a promover e solicitar o máximo possível a participação do povo, para que todos possam dedicar um momento à oração diária, no carro, na rua, com o smartphone e graças às tecnologias de comunicação, pelo fim da pandemia e a retomada das atividades sociais e de trabalho.

Abertura na Capela Gregoriana da Basílica Vaticana

O Santo Padre abrirá e concuirá a oração, juntamente com os fiéis de todo o mundo, a partir de dois locais significativos dentro do Estado da Cidade do Vaticano. Em 1º de maio, o Papa Francisco rezará junto ao ícone de Nossa Senhora do Socorro, já venerado no século VII, retratado em um afresco acima do altar de São Leão, perto do transepto sul da primitiva Basílica do Vaticano, colocado mais tarde, onde se encontra até hoje, dentro da nova Basílica de São Pedro em construção, pelo Papa Gregório XIII em 1578, na Capela Gregoriana, onde, além disso, são guardadas as relíquias de São Gregório de Nazianzo, Doutor e Pai da Igreja. Em 2013, durante o Ano da Fé, o ícone foi submetido a uma nova restauração. Como foi a primeira restauração realizada no pontificado do Papa Francisco, na época recém-eleito, foram gravadas as palavras SVCCVRRE NOS e FRANCISCVS PP. A. I., confiando assim o Papa à Virgem de Sucesso.

Conclusão nos Jardins do Vaticano

Na ocasião, o Santo Padre abençoará os Terços especiais utilizados especificamente para este evento, que serão então enviados aos trinta Santuários diretamente envolvidos. Várias famílias das paróquias de Roma e região participarão da oração e da leitura, juntamente com jovens representantes dos Novos Movimentos de Evangelização. Enquanto que em 31 de maio o Papa Francisco concluirá a oração a partir de um lugar significativo no Jardim do Vaticano, do qual serão dadas mais informações. Ambos os momentos serão acessíveis às pessoas surdas e com dificuldade de audição através da tradução para a língua dos sinais.

Os 30 Santuários

Estes são os trinta Santuários representativos, espalhados pelo mundo, que foram escolhidos para dirigir a oração mariana em um dia do mês. São os seguintes:  Nossa Senhora de Walsingham na Inglaterra; Jesus o Salvador e Mãe Maria na Nigéria; Nossa Senhora de Częstochowa na Polônia; Basílica da Anunciação em Nazaré; Nossa Senhora do Rosário na Coréia do Sul; Nossa Senhora Aparecida no Brasil; Nossa Senhora da Paz e Boa Viagem nas Filipinas; Nossa Senhora de Lujan na Argentina; Santa Casa di Loreto na Itália; Nossa Senhora de Knock na Irlanda; Virgem dos Pobres em Banneux na Bélgica; Mary’s Cathedral na Austrália; Imaculada Conceição nos Estados Unidos; Nossa Senhora de Lourdes na França; Meryem Ana na Turquia; Nuestra Señora de la Caridad del Cobre em Cuba; Nossa Senhora de Nagasaki no Japão; Nuestra Señora de Montserrat na Espanha; Notre Dame du Cap no Canadá; Santuário Nacional Nossa Senhora Ta’ Pinu em Malta; Nuestra Señora de Guadalupe no México; Mãe de Deus em Zarvantysia na Ucrânia; Virgem Negra de Altötting na Alemanha; Nossa Senhora do Líbano; Nossa Senhora do Santo Rosário de Pompeia na Itália.

A oração em cada um desses Santuários será transmitida pelos canais oficiais da Santa Sé, seguindo o horário de Roma, às 18:00 horas. Foi preparado um breve subsídio litúrgico para fornecer algumas indicações úteis para compartilhar este momento com a própria comunidade. O subsídio em italiano, inglês e espanhol pode ser baixado do site do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização (pcpne.va).

Fonte: Vatican News

Papa Francisco: “Maria, cuida com carinho deste mundo ferido!”

Com uma mensagem no Twitter, o Papa Francisco recorda hoje a Natividade de Nossa Senhora. A festa da Natividade de Maria projeta a sua luz sobre nós, disse o Pontífice numa homilia de 8 de setembro de 2017.

“Maria é o primeiro esplendor que anuncia o fim da noite e, sobretudo, a proximidade do dia. O seu nascimento faz-nos intuir a iniciativa amorosa, terna e compassiva do amor com que Deus Se inclina sobre nós e nos chama para uma aliança maravilhosa com Ele, que nada e ninguém poderá romper.

Maria soube ser transparência da luz de Deus e refletiu os fulgores desta luz na sua casa, que partilhou com José e Jesus, e também no seu povo, na sua nação e na casa comum de toda a humanidade que é a criação.

No Evangelho, ouvimos a genealogia de Jesus (cf. Mt 1, 1-17), que não é uma mera lista de nomes, mas história viva, história dum povo com o qual Deus caminhou e, ao fazer- Se um de nós, quis anunciar que, no seu sangue, corre a história de justos e pecadores, que a nossa salvação não é uma salvação assética, de laboratório, mas concreta, uma salvação de vida que caminha.

Esta longa lista diz-nos que somos uma pequena parte duma longa história e ajuda-nos a não pretender protagonismos excessivos, ajuda-nos a fugir da tentação de espiritualismos evasivos, a não abstrair das coordenadas históricas concretas em que nos cabe viver. E também integra, na nossa história de salvação, aquelas páginas mais obscuras ou tristes, os momentos de desolação e abandono comparáveis ao exílio.”

Os momentos de desolação que hoje ferem o mundo são inúmeros, como denuncia o Pontífice. A pandemia acirrou as consequências das desigualdades sociais, somando-se aos problemas já existentes, como migração forçada, desnutrição, analfabetismo, conflitos, guerras e destruição do meio ambiente.

Maria, com o seu «sim» generoso, permitiu que Deus cuidasse desta história. E hoje pedimos a Nossa Senhora que cuide “deste mundo ferido”.

Fonte: Vatican News